Sábado, 13 de Dezembro de 2008

António de Souza-Cardoso em 13/12/08 | comentar

 

Hoje é dia de Taça. De Festa, portanto, no sentido mais pictórico e mais popular, porque reúne na mesma competição, grandes e pequenos - a “Liga dos primeiros” e a “Liga dos últimos”, os eleitos e os enjeitados.

Não é este o caso, naquele jogo que reúne todas as atenções e reclama, por isso, todos os comentários.

E não é esse o caso porque, quando o campeonato já não é uma criança, são precisamente os dois primeiros que se defrontam.

E se o Benfica está felizmente habituado a estas “altitudes” o Leixões não está.

Mas a verdade é que todos reconhecerão que o lugar que ocupa não é já meramente circunstancial ou adventício. Porque ganhou no Dragão. Porque ganhou em Alvalade. Porque para usar as habituais mnemónicas, vingará o Natal na mesma posição de grande destaque e, provavelmente, com os objectivos de toda a época plenamente cumpridos.

Tenho um carinho especial pelo Leixões e a isto não deve ser estranho o facto de ter vivido mais de 25 anos na bonita “praia” de Leça da Palmeira, no Concelho de Matosinhos.

Fiquei por isso “entranhado” de Mar e partilhei muitas vezes com muito entusiasmo o fervor destes homens pela sua terra e pelo seu clube. Aprendi a admirar os “bebés” e a perceber que a um Clube de Futebol não basta ter a excelente formação (e predestinação) que o Leixões tinha. Falta algo mais, ligado á influência, ao poder e ao poder do dinheiro que não é e, infelizmente nunca será, próprio das terras pequenas.

A minha ligação natural ao Leixões, clube da terra onde mais tempo vivi, e ao Braga, clube da terra onde nasci, talvez tenham condicionado a minhas opções clubísticas.

Porque o Braga e o Leixões, ambos garbosamente vestidos de vermelho e branco, ambos oriundos de terras pequenas, viviam por oposição ao centralismo regional exercido (então e agora) pelo Futebol Clube do Porto.

Mas mais do que este sentimento de “oposição” ao poder hegemónico mais próximo, a verdade é que o que determinou que desde cedo me tornasse apaixonadamente Benfiquista foi a natural vontade que todos temos de vencer.

E na minha infância o Benfica ganhava tudo, ou quase tudo.

E eu não deixava de “vingar” o genuíno carinho que nutria e nutro pelos clubes das terras onde nasci e onde mais tempo vivi, por me identificar com o grande Clube de Portugal. O que ganhava tudo, mesmo ao poder “hegemónico” regional que o Futebol Clube do Porto representava e representa.

Eu e uma boa parte dos matosinhenses e dos bracarenses do meu tempo.

E não digo do meu tempo inocentemente. Porque este sentimento geral se foi desvanecendo á medida que o Benfica deixou de ser indiscutível. Á medida em que o Benfica foi deixando de ser o principal campeão.

E, talvez por isso, o maior sentido de urgência dos nortenhos benfiquistas em verem o seu clube vencer, em ter um clube de superioridade indiscutível em Portugal e no Mundo.

Entendam desta forma a nossa inquietação e a motivação principal que eu pessoalmente tive em entrar no projecto “Novo Benfica”. Não quero deixar de contribuir, da forma modesta que sei, a ajudar a recuperar este Benfica campeão que, na minha infância, “contaminou” Portugal.

Hoje eu, apesar de ainda estar entranhado de Mar, fico á espera outra vez que esse Mar Português se aquiete, com a força do Benfica que é também a força do Portugal antigo que, outrora venceu e glorificou o Mar.

Hoje recordarei a minha infância em Matosinhos quando vi, muito miúdo, o Rei Eusébio marcar no Estádio do Mar um livre impossível. E, já nessa altura, um árbitro impossível anulou o golo por não ter ainda apitado para a marcação. Eusébio, esse jogador impossível, fez novamente o impossível, marcando, da mesma forma impossível aquele golo impossível. Não foi a mão e Deus foi mesmo o pé de Eusébio que consumou, em festa, aquele milagre.

E o impossível aconteceu. O Estádio do Mar (ou boa parte dele) levantou-se de transbordante entusiasmo, vergado aos pés de tanta impossibilidade e de tão grande magia.

Hoje, tal como há uma semana nos Barreiros, vamos ganhar e vamos outra vez recuperar a infância de muitos nortenhos (de Braga, de Matosinhos, de tantas outras terras pequenas) que não têm que ser do Chelsea ou do Barcelona, porque vão ter outra vez em Portugal o melhor Clube do Mundo.

 

António de Souza-Cardoso

 


sinto-me: Saudoso
música: Mar Português


57 comentários:
De dsoliveira a 16 de Dezembro de 2008 às 16:32
Foi por causa da arbitragem?
O SLB atravessa um momento difícil.
O que fazem os adeptos?
Deitam o clube abaixo e queixam-se da arbitragem!
O FCP atravessou um momento difícil.
O que fizeram os adeptos?
Reconheceram que os problemas eram internos, identificaram-nos e ajudaram a resolvê-los.
No dia 2 de Novembro, no pico desse momento difícil, escrevi no meu blog http :/ portismo.blogs.sapo.pt 16246.html ):

O que devem os portistas fazer pelo seu FCPorto ?
Num momento difícil como o que a equipa do FCPorto atravessa, os adeptos interrogam-se sobre o que deverão fazer para apoiar o seu clube.



Alguns poderão estar ocupados e preocupados em levantar acusações e em encontrar culpados.



Mas a atitude positiva neste momento é procurar soluções.



Todos sabemos que não serve para nada e aproveita apenas aos nossos adversários tomar atitudes de crítica pública, assobiando o treinador e os jogadores.



A equipa já foi assobiada e não foi por isso que melhorou.



Os problemas do FCPorto são internos. Não vêm de fora e não vale a pena criar fantasmas.

O FCPorto não está a ser perseguido por ninguém, não está a ser vítima de viciação de resultados, não tem sido prejudicado nem beneficiado pela arbitragem. Quem o disser está a querer esconder-se da realidade.



Não vale a pena meter a cabeça na areia. Quem tem que resolver os seus problemas é o FCPorto .



Aos adeptos compete, por isso, apoiar a equipa. Agora mais que nunca.



E como se pode apoiar a equipa?



Mandando mensagens de incentivo e de apoio. Escrevendo posts de sentido positivo nos blogs. Criticando os que se aproveitam desta fragilidade transitória do FCPorto para denegrir a imagem do clube e o seu passado de glórias. Acreditando no futuro, porque se é verdade que não há bem que sempre dure, também é verdade que não há mal que não acabe, como diz o povo.



Os adeptos do FCPorto não se podem confundir com os inimigos do FCPorto ! Logo, os adeptos do FCPorto não podem juntar-se ao coro dos nossos inimigos.



Os nossos inimigos querem o mal do FCPorto e ficam satisfeitos com isso.



Os adeptos do FCPorto querem o bem do FCPorto e que o clube seja sempre melhor que todos os seus adversários e muito, mas muito melhor que os seus inimigos.



O próximo jogo tem a vantagem de ser longe daqui. Liberta a equipa da pressão de casa e a pressão do adversário pode transformar-se em pressão positiva e estimulante.



Será a grande oportunidade de, aproveitando circunstâncias que em princípio poderiam ser adversas, transformar essa ameaça na oportunidade para reagir e superar as dificuldades.



É minha convicção que a crise do FCPorto é profunda e admito que possa durar 1 ou 2 épocas.



Ao longo de um ciclo de vitórias, podem surgir altos e baixos.



Nos últimos 15 anos, o FCPorto venceu 10 campeonatos, 6 Taças de Portugal e 8 Super-Taças . Houve uma única época em que nada ganhou (2004-05, a seguir à Liga dos Campeões). Em todas as outras ganhou ou o Campeonato ou a Taça e, quando não conquistou o campeonato, ficou em 2º lugar. É uma performance sem paralelo em Portugal.



Nas competições da UEFA, também nos últimos 15 anos, figura o nome de um único clube português e raros foram os que, tal como o FCPorto , conquistaram 2 ou mais títulos. Além do FCPorto (Taça UEFA em 2003 e Liga dos Campeões em 2004), apenas o Manchester , o AC Milan , o Inter e o Real Madrid.



Este ciclo de vitórias em todas as provas que o FCPorto disputou teve momentos altos (o penta, a Taça UEFA, a Liga dos Campeões, o actual tri , 3 dobradinhas) mas também teve momentos baixos, designadamente nas 3 épocas que se seguiram ao penta, em que perdemos 2 campeonatos para o Sporting e 1 para o Boavista ou na época 2004-05, em que nada ganhámos.



Quando ganhou, o FCPorto demonstrou grandeza. Quando não ganhou, o FCPorto demonstrou a grandeza própria dos que lutam até ao fim e não desanimam à primeira contrariedade.



É por isso que digo que, mesmo reconhecendo que a equipa está a jogar mal, temos que a apoiar, na esperança de que as vitórias vão voltar.




De Arquivo Vivo a 15 de Dezembro de 2008 às 11:38
Mais uma vez atirámos pela janela um dos objectivos da época.

Desta vez, para lá da estafada arbitragem, também foi o facto de termos defrontado esse colosso internacional, chamado Leixões, na da fortuito actual 2º classificado do mentiroso campeonato em que participamos.

Quanto à atitude da equipa, bateu-se bem e tentou ganhar.

Não o conseguiu e não o conseguiu porque o adversário fosse melhor.

Não, o Leixões foi uma equipa vulgarissima que tudo fez pra não perder, o que torna mais gritante a nossa incapacidade de ganhar.

Há algo que não está bem, nesta equipa.

O argumento de que a equipa está em construção, deixou de colar.

O argumento arbitragem, ainda que verdadeiro, deixa de fazer sentido, face à inconstancia dass nossas
performances.

A assimilação dos jogadores aos métodos do treinador,
também não parece motivo, porque não se vê ninguém verdadeiramente desenquadrado.

Foi a 2ª vez que visitámos o Mar, este ano.

A postura do Leixões não foi diferente da 1ª vez.

Se sabiamos isso, porque não ganhámos?

Porque é que há jogadores que continuam a jogar fora das suas posições e outros que nem sequer entram na equipa?

Como é possível não ganhar a uma equipa que estoirou no final dos 1ºs 45'?

Como é possível que essa equipa tenha conseguido aguentar 126' e tenha tido força psicológica para ganhar nos penaltis?

Eu não quero (recuso-me) acreditar que tenhamos chegado ao ponto de jogar com o Leixões, como se fossemos a Camp Nou.

Ainda ninguém percebeu que este tipo de adversários
têm de ser "aniquilados" no começo dos jogos?

Ou será que Guimarães e Funchal foram acidentes?

Começa a ser tempo de se exigirem resultados a este
grupo de atletas, sob risco de perdermos tudo o que tinhamos hipóteses de ganhar.

Se o mal não estiver no grupo, teremos de fazer essas exigências a quem o dirige.

É altura de nos deixarmos de projectos "misteriosos" e
"possivelmente eleitoralistas", para nos concentrarmos
no essencial: GANHAR!

Chega de tretas e incompetência!


De António de Souza-Cardoso a 15 de Dezembro de 2008 às 17:08
Caro Arquivo Vivo
Excelente comentário no qual me revejo integralmente.asc


De Francisco Moreira a 15 de Dezembro de 2008 às 02:01
É uma pena... Mas perdemos uma vez mais.


De António de Souza-Cardoso a 15 de Dezembro de 2008 às 17:08
Pois...


De José Manuel a 14 de Dezembro de 2008 às 20:56
Porque não filtram os comentários de maneira a não dar voz a essas osgas que só querem enxovalhar o Benfica? Bem bastam alguns benfiquistas.


De GOSTO MUITO DE FRUTA a 14 de Dezembro de 2008 às 19:16
"Luis Filipe Vieira abandonou o Estádio do Mar no final dos 90 minutos não assistindo ao prolongamento e à maração das grandes penalidades. O máximo dirigente dos encarnados assistiu ao encontro na tribuna presidencial, mas devido à hora tardia e ao cansaço demonstrado, decidiu abandonar as instalações permaturamente"

O quê?? eu ver o Benfica?? eu estar presente??ganda seca!! vou só ver um bocadinho que a minha vida não é esta! Tenho que ir dormir, pois tenho mais que fazer. Não sou presidente do Benfica clube. Sou presidente da Benfica sad construções SA, essa é ke é a minha vidinha....Têm com cada ideia....agora ver o Benfica e sofrer pelo Benfica, e estar presente até ao fim....mas porkê??? eu até nem sou benfiquista!!!! Amanha vejo o resultado nos jornais e pronto. Ver o Benfica...ganda seca, vou-me mas é embora que tenho mais que fazer. Já fiz o meu papelinho de gramar 90 minutos a ver isto, e ainda por cima está uma chuvada do caraças. Amanha tenho que me levantar para ir ao ginasio e ainda estou aqui....!!!! Ganda seca..


De Diabo Vermelho a 14 de Dezembro de 2008 às 18:42
Ao amigo courato, gostava de lhe dizer que se esqueceu de acrescentar mais um tipo de adversários do nosso Benfica: É ele a enorme equipa dos couratos benfiquistas, que engolem Vieiras, Vales e Damásios com a mesma facilidade com que respiram o ar de que necessitam. Não vão mais longe, não fazem uma destrinça entre realidade e ilusão e no fim espantam-se porque andaram com os intrujões ao colo. Os couratos benfiquistas são aquele tipo de néscios muito habituais neste país, são o mesmo tipo de couratos que andam com as Fatimas Felgueiras ao colo, são os couratos que votam no Vieira, são os couratos que piamente acreditam que para o ano é que é. Viva os couratos benfiquistas, quantos mais houver, maior será a glória de Vieira e dos seus acólitos. Para que não fiquem dúvidas quem assim escreve é um benfiquista ressabiado.


De jms a 14 de Dezembro de 2008 às 13:21
Uma precisão: Leça da Palmeira é uma freguesia da cidade de Matosinhos (a cidade tem 2 freguesias - Matosinhos e Leça).

Clario que pertence ao concelho, mas nesse sentido vão, por exemplo, a Senhora da Hora, Custóias, Leça do Balio...


De António de Souza-Cardoso a 14 de Dezembro de 2008 às 18:24
Obrigado pela excelente precisão que ainda apofunda mais as razões que invoquei no post. asc


De Leonino a 14 de Dezembro de 2008 às 12:30
Não sei porquê mas hoje só me apetece gritar:

LEIXÕES, LEIXÓES, LEIXÕES!!!!!

By bye taça de portugal, taça uefa: which one is the next?


De António de Souza-Cardoso a 14 de Dezembro de 2008 às 18:25
Com esse nome julgo que já disse adeus á taça mas cedo do que nós. Brevemente dirá adeus à Europa e depois cá estaremos para ver quem melhor se porta no campeonato.asc


De RIVUS a 14 de Dezembro de 2008 às 11:04
Caro sr. Cardoso e amigos benfiquistas: vou pedir-lhess que não me batam por aquilo que vou dizer, mas é o que, como um doloroso e pungente espinho, me dilacera a alma. Fui daqueles que senti o Benfica e o vi através dos tempos como uma força temível, grandiosa e que, embora perdendo, é verdade, levava inerente a dignidade da sua grandeza e respeito. E, ao ver ontem á noite a sua eliminação da Taça ás mãos do Leixões senti-me envergonhado, desiludido e e amesquinhado. Não seria significativa essa eliminação se ela fosse apenas um episódio passageiro. Mas o que vemos? A Taça UEFA de que eu não sou minimamente apaniguado, já foi; a de Portugal, já foi; o Campeonato, não tenho ilusões, também será uma questão de tempo. Senão reparai: não entendo como é que qualquer clubezeco deste País, antes de começarem as competições, sem grandes despesas e encargos, com poucos recursos (que muitos nem têm mesmo) arrebanham na roda de amigos ou nas tertúlias da rapaziada, como os rapazes de escola ou de solteiros e casados, uns quantos ditos jogadores de bola, não fazem estágios nem pré-épocas e depois é o que se vê; apresentam resultados desportivos bem melhores que o Benfica. ESTE gasta milhões em contratações de alegados craques, pelo menos precedidos de tal nome, em treinadores de renome, em estruturas das melhores e, na hora da verdade dos resultados, absolutamente nada. Apenas desculpas esfarrapadas, como no melhor português dizem os brasileiros, "conversas para boi dormir".
E este filme já se encontra gasto e revisto ad nauseam. É isto todas as épocas; vem Rui Costa, é o mesmo, vem Quique, é o mesmo, vem Chalana, é o mesmo, vem Toni, é o mesmo, vem Koeman, é o mesmo, vem Santinhos, é o mesmo, vêm carradas de jogadores, sempre a mesma coisa. Reparai que nos outros clubezecos há sempre e apenas um só jogador que faz a diferença tantas vezes, no Benfica quatro ou cinco bons jogadores não chegam sequer para uma agremiação de província. Não há profissionalismo no Benfica, caso contrário eu não tenho dúvidas, teria ganho a todos os Leixões e quejandos. Tinha mesmo obrigação de ganhar. Não ganhar ao Leixões? Haja decência, só um moribundo seria capaz. Aquele Grande Senhor que foi o Benfica, hoje não passa de um velho caquéctico e imbecilizado, cheio de mazelas e que nem com "viagra" já lá consegue ir. Mete dó a quem O conheceu! Estive um dia destes a ver uma entrevista de Medina Carreira sobre o estado deste País e na qual ele trata a situação com esclarecido realismo.
Comparo á mesma o Benfica; vai (vamos) caminhando para o abismo a rir e cantar sem ser já possível travar essa inexorável marcha. Embora eu seja um feroz opositor da mesma, neste caso abro uma excepção; porquê que se não pratica a eutanásia (piedosa morte) ao Clube e se acaba dessa forma com humilhações, com chacota dos inimigos, com o nosso próprio sofrimento? De que serve ter canais, bons estádios, bons centros de estágio, todo o género de meios que muito poucos têm, se não se conseguem os resultados para os quais existimos? De que serve ter um carro de alta cilindrada se até um "papa-reformas" chega á nossa frente? Volto a destacar o que pedi no início; desculpai-me e não me censureis, o meu comentário não pretende ser uma crítica nem uma animosidade; apenas a decepção, o desengano, a revolta, a raiva e a amargura. A vergonha. O cenário não há meio de mudar, já lá vão tantos anos! E isso vai cansando, desgastando e de já ser tão normal, é que mete pena e se torna triste!






De Odete Coelho a 14 de Dezembro de 2008 às 23:40
Não entendo o seu comentário.
Quando se gosta de alguma coisa ou de alguém, críticas destrutivas não fazem qualquer sentido.
No Benfica nada presta, nem o Rui Costa, nem o Quique, nem os jogadores...já é bem bom se formos parar à Divisão de Honra!

Todos sabemos que os penalties são uma lotaria, não considero que a equipa esteja a jogar mal, não há nenhum clube que ganhe sempre, temos boas hipóteses de vencer a Liga.
De qualquer forma, mesmo que assim não fosse, nos maus momentos é que se vêem também os bons adeptos.

Mas isto também é uma faceta tipicamente portuguesa: passamos de bestiais a bestas numa semana...

Saudações benfiquistas.


De RIVUS a 20 de Dezembro de 2008 às 15:34
Cara jovem, senhora, ou velhinha (como eu) Dª. Odete: eu não fiz qualquer crítica destrutiva ao Benfica,(seria incapaz) apenas frisei constatações da realidade presente que muito penaliza a quem, como eu, viveu no tempo do Grande Benfica. Peço-lhe que pense numa coisa; se a alguém cheio de fome que não quer comer, que não trabalha para comer ou mesmo que não o deixam comer lhe fizerem toda a espécie de mimos e carinhos, lhe demonstrarem a maior solidariedade, tudo isso tirar~lhe-á a fome? Creio que não. E, creia-me, em tais casos, há que ser duro e espicaçar a razão do faminto. Muitos cumprimentos.


De Dylan a 15 de Dezembro de 2008 às 01:28
Grande sr. Rivus,

Certamente tem idade para ser meu pai mas recordar-se-à de fases dificeis na vida do Benfica e de outros grandes clubes europeus. Levantam-se quando menos se espera.
Entre o Campeonato e a Taça de Portugal certamente optará pelo primeiro. E quão bom será ver as gentes do Alto Minho rejubilarem com esse título. Vamos acreditar que melhores dias virão e que o Norte foi e será vermelho.
Como saberá, no futebol, nem sempre ganham os melhores...

Espero brindar consigo um bom Alvarinho no final de Maio...


De RIVUS a 15 de Dezembro de 2008 às 22:39
Meu bom amigo, Dylan: muito agradeço a sua resposta e creia que também espero ardentemente que se cumpra o seu desejo que é também o meu. Terei todo o gosto em lhe oferecer umas quantas garrafas do Alvarinho, vinho da minha terra. Um abraço sincero.


De António Alves a 14 de Dezembro de 2008 às 00:36
lá estão estes gajos com as suas mitomanias.

p.s. - as barcaças ostentam a cruz e a bandeira espanhola. fugiu-te a imagem para a verdade?


De António de Souza-Cardoso a 14 de Dezembro de 2008 às 11:04
Tem razão meu Amigo. Apesar de eu só querer representar o Mar queria uma imagem do "Mar Portugês" e do tempo em que fomos grandes. Desculpem todos os leitores o erro involuntário. asc


De António Alves a 14 de Dezembro de 2008 às 11:54
isso de ser "grande" tem muito que se lhe diga. a história é sempre contada de acordo com os interesses dos poderosos. há quem julgue que "os descobrimentos" foram o início do fim de portugal como projecto de nação. a partir dessa altura todo o trabalho de desenvolvimento e de coesão territorial levado a cabo por monarcas como D. Dinis foi pura e simplesmente abandonado. deu-se início a uma era de merceeiros da pimenta instalados em lisboa que deixaram o país ao abandono e culminou no desastre de quibir já na fase decadente. até hoje temos andado sucessivamente atrás das diversas pimentas: o ouro do brasil, a áfrica, os dinheiros da europa. a pimenta está a acabar e o nosso futuro pode ser antecipado pelas imagens que nos chegam da grécia. mas é verdade, vocês os benfiquistas - e é verdade também, o clube mais português de portugal na sua mitomania e paradigma deste estado falhado - continuam nos vossos delírios de mares nunca navegados e sonhos de grandeza ilustrados com duas barcaças castelhanas - essa sim - castela - que construiu um império colonial. embora não se possa orgulhar de todo o sangue e ignominia que espalhou pelo mundo.
ganhem juízo e vão trabalhar :->


De António de Souza-Cardoso a 14 de Dezembro de 2008 às 18:30
Como não gostei do tom, não vou responder. Apetecia-me porque tem muitas asneiras, mas não vou. Acho que não merece a pena conversar consigo nestes termos.asc


De Anselmo Antunes a 14 de Dezembro de 2008 às 21:28
De facto leia História... e veja o verdadeiro Império, começado depois de Portugal e muito antes acabado, sem contar com o sangue derramado... Sim bela história que os aqui do lado têm (porque muito que lhe custe em 1490 tinham acabado de se unificar... Portugal tinha quase 400 anos). Pois Sr. vá lá e tire o seu DNI... pois como você diz Castela (e não Espanha) é que é bom vá até Vigo, siga os exemplos...


De Anónimo a 14 de Dezembro de 2008 às 23:11
Estas caravelas pertenciam à "INVENCÍVEL ARMADA"!


De DE MARIA ELIZABETH a 14 de Dezembro de 2008 às 17:27
POIS EU JÁ LI ALGUNS COMENTÁRIOS SOBRE O JOGO COM O LEIXÕES. MAS EU NÃO VOU POR AÍ. DESTA VEZ, NÃO QUERO, PORQUE NÃO DEVO, CRITICAR A EQUIPA DO SLB, QUE JOGOU EM MATOSINHOS. JOGARAM BEM, ATENDENDO ÀS CIRCUNSTÂNCIAS, ESFORÇARAM-SE, APENAS TIVERAM AZAR. OS PENALTIES, SÃO UMA LOTARIA, PERDEMOS, PRONTO. ACABOU. AGORA HÁ QUE EMPURRAR A EQUIPA PARA A FRENTE E AJUDÁ-LOS A TENTAR GANHAR. NÃO É COM CRÍTICAS DESTRUTIVAS QUE SE AJUDA A EQUIPA. CRITIQUEI COM OS GREGOS, COM O SETÚBAL, MAS HOJE NÃO. TODOS NÓS SABEMOS QUE TODAS AS EQUIPAS SE
"" ESFARRAPAM "" PARA GANHAR AO SLB, E O LEIXÕES NÃO É EXCEPÇÃO. ATÉ PORQUE É O 2º CLASSIFICADO NO CAMPEONATO E ISSO QUER DIZER ALGUMA COISA. O LEIXÕES JOGA BEM E ESTÁ MORALIZADO. PORTANTO DOU TODO O MEU APOIO A TODOS OS JOGADORES QUE JOGARAM ONTEM, INCLUINDO O REYES. ROMA E PAVIA, NÃO SE FIZERAM NUM DIA. ESTAMOS A CONSTRUI UMA EQUIPA, COM NOVOS JOGADORES, NOVO TREINADOR...PORTANTO, CALMA, E NADA DE DEITAR "ABAIXO", PARA ISSO, JÁ TEMOS MUITO QUEM O FAÇA.

SAUDAÇÕES BENFIQUISTAS


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