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Novo Benfica

Novo Benfica

06
Mai09

Candidaturas

Miguel Álvares Ribeiro

O Bruno “postou” ontem aqui um comunicado, onde comenta uma notícia do Record sob um parecer que teria sido emitido, relativamente à admissibilidade da sua candidatura aos órgãos sociais do Benfica.

 

Estou particularmente à vontade para comentar o comunicado do Bruno já que a propósito do apoio aos previsíveis candidatos a Presidente já fiz a minha declaração de intenções. Como pode ser verificado em posts meus anteriores, apesar de concordar com o Bruno em muitas das suas análises, não consigo ultrapassar algumas diferenças de opinião em áreas importantes, pelo que nem sequer sou um dos seus apoiantes. Também não sou um apoiante do actual Presidente, pelo que espero que surjam alternativas que me cativem para eu poder dar uso aos meus 20 votos.

 

Apesar de ter tentado, através do site oficial, não consegui aceder aos Estatutos do Benfica, pelo que não os conheço suficientemente para discutir os pormenores legais, mas não me parece razoável que um sócio correspondente não tenha os mesmos direitos que outro associado, enquanto eleitor e elegível.

 

É do debate de ideias e do confronto de opiniões que podemos formar o nosso juízo sobre quem melhor pode servir o Benfica neste momento. Seria extremamente penalizador para o Benfica que a sua Direcção fosse eleita sem oposição no acto eleitoral e que o tipo de argumentos referidos inviabilizasse uma candidatura que já se afirmou e mostrou até argumentos fortes. O Benfica não se pode dar ao luxo de desprezar o contributo de quem o quer servir.

 

Espero que haja uma clarificação pronta deste assunto e, se necessário, se promova uma AG que permita discutir uma alteração estatutária que confira iguais direitos enquanto eleitores e elegíveis a todas as categorias de sócios do Benfica.

 

05
Mai09

COMUNICADO

Bruno Carvalho

 

Confrontado com o teor da notícia publicada hoje no Jornal “Record”, nos termos da qual uma alegada fonte do “clube da Luz” vem garantir que eu não preencho os requisitos para ser eleito Presidente do Sport Lisboa e Benfica, referindo ainda que foi emitido um parecer nesse sentido, venho informar o seguinte:
 
1 – É falso que alguma vez me tenha sido comunicado ou transmitido por quem quer que seja, muito menos, por qualquer órgão ou elemento dos órgãos sociais do Benfica, qualquer parecer ou entendimento de que a minha condição de sócio do Sport Lisboa e Benfica não reúne os requisitos necessários à minha candidatura a Presidente do Sport Lisboa e Benfica.
 
2 - Quero igualmente dizer aos sócios do Sport Lisboa e Benfica que me tornei sócio deste clube no ano de 2002, ou seja há 7 anos, o que mais não foi do que a mera formalização da minha condição de adepto do Benfica desde que nasci, tendo-me nessa altura sido atribuída a qualidade de sócio auxiliar correspondente, pelo facto de residir no Porto.
 
3 - Em Abril de 2008, solicitei a alteração da minha qualidade de sócio auxiliar correspondente para a qualidade de sócio efectivo, a qual, nesse seguimento, me veio a ser confirmada e atribuída, sendo actualmente portador do cartão de sócio efectivo nº 70853.
 
4 - Face ao teor e espírito dos Estatutos do Sport Lisboa e Benfica, designadamente do seu artº 12, nºs 1, alínea d), 2 e 3, entendo reunir as condições necessárias e bastantes para me candidatar à eleição de Presidente do Benfica.
 
5 – Quero igualmente assegurar a todos os benfiquistas que este tipo de comportamentos e expedientes de alegadas fontes do Benfica de tentarem ganhar na secretaria o que receiam perder nas eleições, não só não me intimidam, como reforçam o incentivo e a necessidade da minha candidatura à Presidência do Clube, em nome de um Benfica livre, de todos e para todos os seus sócios, e digno da sua história que nos cumpre honrar.
 
Bruno Carvalho
04
Mai09

BACK TO BASICS

Pedro Fonseca

Terminou a época. Independentemente do resultado dos 3 jogos que faltam da Liga, o balanço é desastroso. Encontrar explicações não é fácil. Mas elas vão ter de ser dadas. O logro é pensar que nada disto vai ter consequências.

 

Costuma dizer-se que o que começa mal tarde ou nunca se endireita. Foi o que aconteceu ao Benfica esta temporada. Quique Flores foi a terceira opção para o comando técnico, depois de goradas as contratações de Eriksson e Carlos Queiroz (curiosamente, um e outro também a viver tempos difíceis).
O praticamente desconhecido espanhol surgiu do nada. Podia ter sido uma jogada de mestre de Rui Costa. Podia, mas não foi. Pode apontar-se o dedo a Rui Costa? Pode, mas é injusto. O maestro cometeu, porém, um erro histórico.
Quando surgiu o braço de ferro entre os adjuntos portugueses e espanhóis, nos primeiros dias da época, Rui Costa cedeu aos caprichos de Quique. É fácil dizer agora que não devia ter cedido, mas essa foi a falha que contaminou a época.
Por inexperiência, por ingenuidade, por civilidade, o director desportivo do Benfica pensou que conseguiria unir todas as pontas. Não conseguiu. Que esta lição lhe sirva no futuro. Como homem inteligente que é, Rui Costa vai saber aprender com estes erros.
Trappatoni teve Álvaro, Mourinho teve Mozer, Eriksson teve Toni e ia ter Diamantino. Depois, a dispensa de Léo é um daqueles episódios que deviam ter levado à imediata demissão de Quique Flores.
Só a pesada indemnização a pagar pode ter travado essa intenção. Junte-se também o episódio com Cardozo, expulso de um treino; o atestado de incompetência passado a Quim; as constantes mexidas no onze; a dificuldade em ler o jogo; a ignorância sobre as especificidades do futebol português – e começa-se a construir um plano explicativo consistente para o desastre.
Quique é assim tão mau? Não, claro que não. O problema é que foi mal acompanhado, foi mal “assessorado”. De positivo trouxe um discurso moderno, aberto e transparente. O problema é que Portugal ainda não é Espanha – e tenho dúvidas se chegará um dia a ser.
Causa-me também muitas perplexidades a gestão comunicacional. Percebo que o treinador espanhol se recuse a falar de arbitragens, embora devesse saber que a cultura portuguesa não é a espanhola, mas tenho dificuldade em perceber os “timings” para criticar os árbitros.
Porque é que se fez um alarido tão grande depois do erro de Pedro Henriques, no final do Benfica – Nacional, ao invalidar um golo limpo de Cardozo, ou no final do Benfica – Académica, e ficou tudo calado no final do FC Porto – Benfica.
Sendo certo que o Benfica foi afastado do título nesse jogo, depois do árbitro ter assinalado um penálti fantasma sobre Lisandro, que deu o empate ao FC Porto, o que se esperava era que o Benfica fizesse um cavalo de batalha desse lance. Mas não, até pareceu que tinham ficado contentes com o empate.
Para quem conhece o futebol português (e talvez que Rui Costa, com o tempo passado em Itália, não tenha percebido completamente a situação), era evidente que o Benfica ia ser o alvo a abater. Tendo comido e calado, isso foi o que os abutres do futebol português esperavam para começar o seu fartar vilanagem. Espero que também aqui Rui Costa tenha aprendido a lição.
Por último (e muitas outras coisas podiam ser ditas), como é possível que um treinador comente aquisições, em conferência de imprensa, para a próxima época? Quique Flores, o treinador que não quis reforços de Inverno, afirmou agora que “Patric e Cavallieri são jogadores para o Benfica”. Como é que isso é possível, quando ainda havia objectivos para atingir? Que brincadeira é esta?
Esta é uma época para reflectir. Esta foi uma época em que foram dadas todas as condições ao Departamento de Futebol Profissional para erguer um edifício forte, seguro e ganhador. Esta foi uma época em que se fizeram investimentos brutais na contratação de novos jogadores. Esta foi uma época desastrosa. Logo, a culpa não pode morrer solteira.
Rui Costa tem todas as condições para recuperar o futebol do Benfica. Para devolver o Benfica às grandes vitórias. A construção de um novo projecto sobre as ruínas deste só pode ter um caminho.
Os anglo-saxónicos chamam-lhe “back to basics”, que é como quem diz, regressar às origens. É isso: o Benfica tem de regressar às origens. Precisa-se um treinador português e uma aposta clara nos jogadores portugueses.  E é preciso começar já.
02
Mai09

Para quê chorar sobre o leite - e os pontos... - derramados?

Júlio Machado Vaz

Não me apetece repetir opiniões que já me nauseiam a mim, quanto mais a vocês:). Resumo, por gentileza da equipa da lusa Atenas: momento crucial, falhanço habitual, ponto final.

E no entanto seria injusto dizer que foi mais uma noite perdida. Apesar da enésima insónia que aí vem, devo estar grato - vi o Barcelona entoar um verdadeiro hino ao futebol e Messi provar que não é preciso ter muitas namoradas, bater com Ferraris ou simular faltas para ser o melhor jogador do mundo. Bem sei que está na moda incensar tudo o que é português precisamente por isso, veja-se a "canonização" de Durão Barroso. Mas é o que penso - neste momento Messi é o melhor jogador do mundo, na melhor equipa do mundo. Seja ou não campeã da Europa. 

01
Mai09

Derradeira Oportunidade!

Paulo Ferreira

Este fim de semana o Benfica enfrenta a sua derradeira oportunidade para atingir o 2º lugar! Sinceramente já não creio ser possível, mas cabe-nos acreditar e tentar que um milagre aconteça. E é importante vencer o Nacional, quanto mais não seja para segurar o 3º lugar!

 

Sendo tudo "normal" o Benfica acabará o campeonato em 3º lugar, o que com o plantel e o dinheiro que gastou é lamentável. Mas essa análise já foi feita e neste momento importa concentrarmo-nos no pouco de lutar que nos resta e temos obrigação de encetar.

 

O que mais custa é que de há 3 jogos para cá o Benfica começou a jogar futebol (e a ganhar). Quique deixou a teimosia de lado e colocou o Benfica a jogar da forma que nós, os desentendidos, tanto defendíamos!

 

Mas a reflexão que queria deixar hoje é a confusão que me faz as já contratações do próximo ano e a publicidade dos alvos a contratar! Mas esta época já acabou? Mas já alguém garantiu Quique para o próximo ano ? (há 4 semanas voavam "abutres" internos sobre Quique e agora porque ganhámos 3 jogos já está tudo bem?) E inclusivé será LFV presidente do Benfica em 2009/2010.

 

Acho que chega de construir casas pelo telhado e depois vê-las a desmoronar ano após ano...

Nesta altura o que importa é lutar pelo que ainda é matematicamente possível.

 

E depois se quem lidera amar mesmo o Benfica antecipa as eleições e enfrenta o julgamento dos sócios. Se ganhar (ele ou outro) pode assumir compromissos com o treinador e construir juntamente com este e com o Director Desportivo um Benfica finalmente vencedor! É isso que todos queremos...

 

De uma vez por todos pense-se estruturalmente porque só assim voltaremos a ser um Grade Benfica e não apenas um Benfica Grande.

 

Viva o Benfica!

 

Paulo Ferreira

 

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