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Novo Benfica

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27
Dez10

O VOO DA ÁGUIA

José Esteves de Aguiar

 

 

Durante a semana passada houve quem quisesse fazer do diferendo entre o tratador da águia Vitória, Juan Bernabé e o Benfica um caso importante.

 

É claro que quem mais quis tornar aquele diferendo num caso importante foi o próprio Juan Bernabé, mas logo surgiram algumas vozes a apoiá-lo de forma mais ou menos irónica, vozes essas predominantemente originárias de clubes que sempre tiveram inveja por o Benfica ser o único a ter uma mascote viva.

 

De forma muito serena e objectiva, a Administração da SAD do Benfica esclareceu em comunicado o que realmente se tinha passado.

 

É sabido, desde há bastante tempo, que o tratador da Vitória é uma pessoa que não soube remeter-se ao seu papel, querendo ser mais protagonista do que a própria águia…

 

Por diversas vezes e em relação a vários responsáveis do , tomou atitudes agressivas, altivas e desrespeitadoras, esquecendo-se que o nosso clube já era muito grande ainda antes dele ter nascido!

 

Sabe-se que, para além de ser muito bem pago pelos serviços que prestava ao Benfica, Juan Bernabé recebia ainda, em exclusivo, os lucros das inúmeras fotografias que os adeptos tiravam com a águia Vitória.

 

É indesmentível a emoção que o voo da águia Vitória causava nos espectadores Benfiquistas, principalmente em dias de casa cheia. Até os jogadores e os adeptos das equipas estrangeiras que actuavam no nosso estádio manifestavam a sua admiração pelo majestoso voo da águia.

 

Era um espectáculo dentro de outro espectáculo, chegando mesmo a ser arrepiante para todos os Benfiquistas que a ele assistiam em pleno estádio.

 

No entanto, nada nem ninguém - incluindo jogadores, treinadores, dirigentes ou colaboradores - pode ter a pretensão de ser superior ao próprio Benfica. Todos se encontram lá para servir o nosso clube e não para se servirem dele.

 

Ora, a partir de certa altura, Juan Bernabé parece ter-se deslumbrado, querendo assumir um protagonismo inaceitável, como se toda a organização dos jogos em nossa “casa” devesse estar sujeita e dependente aos caprichos e decisões dele.

 

Ao ser contrariado, voltou-se contra quem antes lhe tinha dado a mão, revelando uma faceta irascível que nunca poderia ser aceite.

 

Apesar de ser um espectáculo relativamente recente na grande história do nosso clube, certo é que o voo da águia Vitória se tinha transformado num “ex-libris” do nosso estádio e seria uma pena que tal terminasse.

 

No entanto, sabe-se que quem de direito dentro do Benfica se encontra já a estudar uma alternativa, que poderá passar pela utilização de uma nova águia ou, até, da mesma Vitória.

 

Aliás, atendendo ao mau relacionamento que Juan Bernabé vinha causando há já largos meses, tal alternativa começou atempadamente a ser preparada, pelo que é possível que não demore muito a ser apresentada uma solução tão boa ou até melhor.

 

Não duvido que voltaremos a ter, brevemente, uma águia a voar no nosso estádio mas, entretanto, o mais importante é que a águia Benfica voe cada vez mais alto em termos desportivos, porque isso é, afinal, o que realmente conta!

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