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Novo Benfica

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23
Jan10

O desespero

Miguel Álvares Ribeiro

 

 

Que a grande época que o Benfica está a fazer está a causar grande mossa e apreensão para os lados do Dragão, já não é novidade nenhuma. Pior ainda, a organização de que tem dado provas, aliada a uma estratégia de futuro, parece estar a semear o pânico entre as hostes portistas.

 

O desespero dos seus apaniguados é agora bem visível e mais um motivo para que os Benfiquistas estejam ao mesmo tempo satisfeitos e atentos. As recentes declarações de PC mostram claramente o grau de desespero que se sente no Dragão. Fez bem o nosso Presidente em o ignorar e apenas responder indirectamente e com elevação, sem sequer lhe atribuir importância suficiente para que se estabelecesse o diálogo que a maioria da imprensa gostaria.

 

Que a imprensa se tem prestado aos mais variados fretes a essa estrutura indigna não é novidade nenhuma, mas foi exemplarmente recordada pelas escutas que recentemente foram colocadas online e que recordam o episódio de Deco no “pato” (www.youtube.com/user/tripulha#p/u/4/P2dX61WvLDE), sobejamente conhecido, onde um conhecido e, até à altura prestigiado, comentador desportivo se prostitui perante PC e o FCP, para "lavar" o comportamento de Deco, que assim se saiu praticamente incólume de um acto de grave indisciplina perante o árbitro.

 

Apesar de tudo, quando se trata de imprensa privada, esta opção, sempre criticável do ponto de vista deontológico, merece necessariamente o julgamento dos seus accionistas e do seu público (razão pela qual já deixei de contribuir para a maioria dela e nunca assinei a Sport TV). Custa mais a perceber que um serviço público informativo, pago por todos nós, quer queiramos quer não, através dos nossos impostos, se preste ao mesmo tipo de servicinhos, como foi escandalosamente patente nestes dias pela Lusa e acontece frequentemente com a RTP.

 

Acho que está na hora de afrontar este tipo de comportamentos e de dizer claramente que estruturas públicas, obrigadas pelo seu próprio estatuto a prestar um serviço público, não podem estar ao serviço de interesses particulares. Apesar de tudo, como já vão sendo conhecidos os modos de actuação dos dirigentes desta colectividade, os danos causados por este tipo de actuação serão cada vez menores e vão dando principalmente uma nota clara do grau de desespero que atingiram.

 

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