Terça-feira, 27 de Setembro de 2011

António de Souza-Cardoso em 27/09/11 | comentar | 5 comentários

Estive no Dragão na passada sexta-feira. O Benfica esteve bem. Aguentou um Porto que não mostrou qualquer superioridade individual e colectiva. Emerson "calou" Hulk e julgo até que o Benfica se tivesse forçado o jogo depois do empate, sairia do Dragão com uma vitória.

 

Tinha dito aqui que num campeonato que se acredita seja apenas disputado a dois, os jogos entre eles podem ser decisivos.

E, apesar de ainda haver muito campeonato, o empate do Benfica no Dragão promete muito.

Até porque acrescenta confiança na nossa equipa e, ao contrário, hesitação e intranquilidade no F.C. Porto que fez uma vez mais, este ano, a aposta arriscada num treinador que ainda só foi adjunto.

E como os "Andrés Villas Boas" só saem de vez em quando, o mais certo é esta intranquilidade acabar com a mudança do treinador e uma revolução na equipa no mercado de inverno.

É um filme que já vimos, até no nosso Benfica, e que não augura nada de bom.

 

Hoje passamos para a liderança (com o surpreendente Basileia) do nosso grupo na Champions. Ganhamos bem a uma equipa romena bem organizada tacticamente mas sem o fulgor e a atitude que é necessário ter em provas deste gabarito.

 

O Benfica, sem deslumbrar, mostrou-se uma vez mais uma equipa mais estruturada e equilibrada que na época anterior. O empate em casa do Manchester United, apesar de mostrar um terceiro candidato - o Basileia, permite ao Benfica, por outro lado, sonhar com o 1º lugar do grupo o que, como sabemos, pode fazer a diferença toda.

 

Acredito (agora sim) que temos a equipa certa para vencer em Portugal e quem sabe na Europa.




Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011

António de Souza-Cardoso em 21/09/11 | comentar | 8 comentários

Acho que o jogo de depois de amanhã no Dragão vem na melhor altura para o Benfica.

A possibilidade de termos vencido ao gigante Manchester United e a circunstancia de estarmos em igualdade pontual com o Porto depois do nosso rival ter perdido dois pontos em Santa Maria da Feira, dão ao Benfica a confiança e a superioridade psicológica que necessitamos.

 

A equipa começa a ganhar rotinas e a par da intermitência de opções pelo modelo de jogo, a verdade é que as novas contratações foram mais valias indiscutiveis que ajudaram a equilibrar a equipa e dar-lhe um lastro diferentes.

 

O Benfica faz lembrar na fluidez do seu futebol e na atitude que foi retomada em jogo, o Benfica de há dois anos que foi um justissimo campeão.

O ano passadp vi no dragão o inferno e o céu para o Benfica.

 

Para sexta-feira só espero um Benfica a "comer a relva" e a perceber que jogará taco a taco com o Porto (não me parece que haja mais nenhum candidato). E desta forma perceba que estes são pontos a dobrar e podem ser decisivos quando existem duas equipas, competitivas e a lutar por um único lugar.

 

O facto de James não jogar, para além de decorrer de um pena que só peca por ser escassa, não alterará significativamente o estilo e atitude do Porto - ainda para mais a jogar no Dragão.

 

Esperemos para ver, mas tenho a sensação que vamos ter uma alegria,

 

 

António de Souza-Cardoso 




Quinta-feira, 8 de Setembro de 2011

António de Souza-Cardoso em 08/09/11 | comentar | 5 comentários

O tempo, o sol e as férias têm destas coisas.

Planeamos regressar aos "relvados" do novo Benfica mas fomos "morrendo na Praia"....

Agora que o campeonato já acelera que vamos em segundo, ou melhor que estamos quase em primeiro e que passamos à fase de grupos da Liga dos Campeões tudo parece mais "colorido".

Até porque há Witzel, Nolito, Artur e até Emerson que também parece ser um reforço acertado.

Se Gaitan cumprir a exuberancia que promete, Cardozo não morrer parado e Aimar mantiver a jovem frescura do até agora, temos Benfica em todas as frentes. falta digo eu acertar bem na dupla de centrais e não variar demasiado o modelo de jogo.

 

Mas para já tudo vai bem ou tudo vai a 3 pontos de ficar bem.

 

E por isso cá estaremos sempre com a esperança em alta, para animar o Benfica a voltar aos dias de campeão.

Que são os únicos que devia conhecer.

Tentaremos manter a regularidade que as férias nos "roubaram" atrevendo-nos a pedir a todos a mesma participação do passado.

 

Vermelhas saudaçoes!




Terça-feira, 19 de Julho de 2011

António de Souza-Cardoso em 19/07/11 | comentar | 11 comentários

O Benfica realizou o seu primeiro Torneio da epoca. E venceu!

E só isso merece o nosso aplauso e justifica a nossa alegria. Ter ganho a algumas equipas de quilate europeu é, pelo menos, auspicioso.

O brilho, no entanto, não foi radioso e se o Benfica venceu, não chegou a convencer.

A equipa está, como noutras alturas, desiquilibrada.

A equipa está, como noutras alturas, demasiado "esventrada" e renovada.

A equipa está, como noutras alturas, sem rotinas. E as rotinas que se vão construindo vão sendo feitas por jogadores que provavelmente serão dipensados.

 

A equipa está gorda, excessiva e sem orientação e liderança claras.

Ganhamos e isso faz com que tenhamos esperança. Mas vimos bem as fragilidades da primeira parte contra o Pasris de Saint Germaisn e a preclitância do jogo contra o Anderletch.

 

Mas ganhamos e, para mim, que prefiro ser pragmático a romântico, antes foss assim a época toda.

Só que, como em tudo na vida, o que reluz, às vezes... não chega a ser ouro.

 

Esperemos para ver se o Guadiana não nos levará a bom Porto (de mar, cruzes!)....

 




Quarta-feira, 13 de Julho de 2011

António de Souza-Cardoso em 13/07/11 | comentar | 17 comentários

O final das várias competições e o amargo de boca que esta época nos deu, motivaram uma retirada mais prolongada.

Mas o "Novo Benfica" tem uma história e uma memória que não queremos perder.

Tanto mais quanto é dedicado a uma das nossas mais fervorosas paixões que é o Benfica.

 

Não estou especialmente esperançado na época que agora vai começar.

Vejo no Benfica uma "reprise" de um filme a que já temos assistido - excesso de jogadores, desnorte organizacional, mudança radical da equipa e uma pré-época provavelmente feita com quem nem sequer vai fazer a época.

 

Espero estar enganado, mas começa a ficar claro para muitos mais do que eu, que o problema do Benfica é um problema da Organização.

Não posso (até porque sou um Benfiquista do Norte que "leva com eles" todos os dias) resistir a comparar o percurso do Porto - que mantém a estrutura principal da equipa e que apesar de ter mais um treinador estreante, corre o risco de o fazer campeão.

Porque está lá a organização e a cultura que devem ser dedicadas aos campeões.

Não quero falar (ou desculpar-me) de coisa invias que é claro que existem. Mas não explicam tudo.

 

E a verdade é que o nosso Benfica - a maior marca, a maior massa associativa e a maior universalidade desportiva de Portugal e, provavelmente, do Mundo, se vêem atirados para sonhos menores, que não são merecedores de tudo o que fomos e de tudo o que somos.

Temos um problema de organização e de liderança.

E quantos mais anos será preciso para que os benfiquistas o percebam.

 

Tenho um Filho com 14 anos que viu o Benfica ganhar 2 vezes (uma em cada 7 anos, tal como Jacob...). Aos 14 anos (nasci no final de 59) julgo (fica para V. aferição) que só vi o Benfica perder 2 vezes. Esta é a diferença.

 

É por isto que vale a pena lutar: Por um Novo Benfica que tem que ganhar adeptos que acreditem que é possivel mudar e voltar a ser Glorioso e a dar aos Benfiquistas as alegrias que só alguns de nós puderam viver.

 

Viva o Benfica!




Domingo, 15 de Maio de 2011

António de Souza-Cardoso em 15/05/11 | comentar | 7 comentários

O sonho de um Benfica  forte e campeão, de um Benfica de regresso à sua história e à sua grandeza, esfumou-se este ano por uma razão simples - o Clube não consolidou um modelo de gestão e de organização, capaz de criar uma cultura e atitude de exigência, de entrega e de humildade que envolvesse e agregasse todos os agentes, desde o simples roupeiro, ao Presidente da Direcção.

 

Gostava de dizer claramente, sem tibiezas e numa versão desapaixonada e fria que hoje, se a Marca, a Mistica e a Universalidade do Benfica (a sua massa associativa e simpatizante, a sua memória, a sua diáspora e e a sua história) se juntassem à organização e à gestão do F. C. do Porto, tinhamos como resultado um portentado só comparável a um Barcelona ou a um Manchester que, não por acaso, disputarão o titulo de Campeão europeu.

 

O último jogo com o Leiria é apenas um exemplo do desnorte e da desmotivação que atingiu a equipa, com dirigentes e treinadores ressacados de uma festa efémera, esquecendo-se de que havia uma equipa por (re)fazer (tinham saido Ramirez e Di Maria e, mais tarde, David Luiz) em termos fisicos e animicos.

 

Tal não ocorreu e o resultado está à vista.

 

Falar de corrupção ou conspirações é mero fanatismo. Embora me pareça que o Benfica se afastou das esferas de influencia e de

poder (que infelizmente existem e fazem parte do "jogo") e por isso tem sido prejudicado pelas arbitragens a verdade é que, como até Jorge Jesus reconheceu, não foi por isso que não fomos campeões. É que não podemos esquecer que ficamos a 21 pontos do Porto e fomos copiosamente derrotados pelos nossos rivais em tudo quanto foi decisivo.

 

O Benfica tem que voltar a nascer, com a humildade de quem recomeça, mas com a determinação de quem sabe que é maior e melhor.

 

Só precisamos de uma gestão e de uma organização diferentes. Com estes ou com outros protagonistas, mas certamente com outra ambição e outra responsabilidade.

 

 




Sexta-feira, 6 de Maio de 2011

António de Souza-Cardoso em 06/05/11 | comentar | 12 comentários

Estive ontem em Braga com o meu Filho e velhos Amigos (o Zé Esteves de Aguiar foi um deles).

 

Íamos, como habitualmente, de alma aquecida pela "chama imensa" que sentimos em sonhar com um Benfica europeu.

O jogo era contra o Braga - acessivel diria para o que estava em causa, depois de uma vitória na Luz. Julgo até que apenas nos bastaria marcar.

 

O resultado do jogo e a eliminação do Benfica, deixaram-nos muito tristes.

Mas a condição fisica e animica da equipa e a impotencia de se encontrarem alternativas para virar o resultado deixaram-nos próximos da indignação.

Porque o que estava em jogo era a dignidade do Clube.

Era o regresso a um patamar de que temos estado arredados há tantos anos.

Era a consolidação de um projecto que custou tanto a florescer e que afinal já voltou a murchar.

 

Onde está o tal Benfica Campeão?

Onde estão as promessas que nos fizeram de um Clube ao nivel da sua história e grandeza?

 

Tenho dito, desde que este Blog começou que o Benfica tem um problema de Organização. A gestão desportiva é feita por quem percebe pouco de futebol ou não tem o instinto, a firmeza e a coragem de que se fazem os grandes dirigentes. A comunicação e a gestão animica e motivacional são também determinantes.

Infelizmente o Benfica não tem tido este tipo de dirigentes.

Existe provavelmente boa vontade.

Mas com a maior marca global portuguesa deveríamos saber fazer melhor.

 

De quem é a culpa?

Um já a assumiu - Luis Filipe Vieira que pediu desculpa a todos nós. Evoluiu nos niveis de responsabilidade o que é bom. Agora já não se esconde dizendo que não marca golos nem defende penalties. Mas ao assumir a culpa tem que dizer o que vai fazer a seguir.

Para ganhar o perdão de todos os benfiquistas.

Para ganhar a confiança que precisamos.

 

Não sou como já disse muitas vezes dos que se escondem sempre em teorias das conspiração (que as há), em erros de terceiros (que os há também) e em festejos despropositados por segundos, terceiros ou quartos lugares.

Sou dos que reconhece que a minha geração de Benfiquistas - a dos últimos 30 anos, falhou. E falhou, principalmente, porque deixou de saber escolher bons dirigentes.

 

Fico à espera de perceber se existem mais culpados...

E o que farão para voltar a reunir a Familia Benfiquista à volta da grandeza de um Clube que na geração anterior só sabia ganhar.




Domingo, 1 de Maio de 2011

António de Souza-Cardoso em 01/05/11 | comentar | 6 comentários

O Benfica começou a época a gerir bem. A venda de Ramirez, Di Maria e, mais tarde David Luiz, apesar da saudade que deixam e da indiscutivel importância que tinham na equipa, é um acto de gestão indispensável a quem tem o passivo do Benfica.

O mesmo da compra de Salvio e Nico Gaitan, a compensaram aquele dia malévolo em que deixamos fugir Falcão.

Já não de Roberto que me parece ter altos e baixos que comprovam a sua imaturidade, maior para mim da de Júlio Cesar e, principalmente, da de Moreira. Para não falar do episódio serôdio que envolveu a saida de Quim.

 

Mas na primeira Taça que disputou contra o Porto, percebeu-se bem que equipa ainda estava de ressaca de uma festa de alguém que nos últimos anos, andava arredado dos festejos. e por isso se deslumbrou.

Depois foi o inicio de época desastroso no Campeonato, com arbitragens também desastrosas que quase condenaram a época à quinta jornada. Este periodo culminou com o vergonhoso 5 a 0 no Dragão.

 

A equipa acordou então e, a espaços, chegou a mostrar que bem poderia ser a melhor equipa portuguesa.

Entretanto na Europa sairamos sem honra da mitica Liga dos Campeões que Jesus (tal como Luis Filipe Vieira no passado) prometeram vencer.

A má gestão mais gritante foi a gestão fisica e psicológica da equipa: O Benfica começou a época cansado e acabou a época... também cansado.

Perdemos depois o Campeonato (já vamos a muitos pontos do Porto) e mais tarde a Taça de Portugal, em condições quase incompreensíveis perdendo uma vez mais com um Porto que, apesar de ajudado pelas arbitragens, mereceu vencer o campeonato.

 

Ganhamos depois, com pouca festa, a Taça da Liga, um troféu pequeno de mais para o Benfica.

 

E agora temos a Liga Europa.

 

Julgo, tal como Mourinho, que as finais não se jogam, ganham-se e nesta final (se o Benfica passar o Braga) não há má gestão que afecte o sonho dos jogadores ganharem este único jogo.

É essa a minha esperança e, julgo, que de todos os Benfiquistas.

E isso mostraria que apesar da má gestão, nos resta ainda defender a nossa grandeza.

 

Com a esperança e a convicção que temperaram o carácter de campeões que nunca poderemos perder! 




Quinta-feira, 31 de Março de 2011

António de Souza-Cardoso em 31/03/11 | comentar | 1 comentários

Quando ganhar não vale nada é mais dificil dar inspiração e estimulo a quem tem que ter um bom desempenho e atitude.

Este pode, claro, ser um problema do jogo do próximo Domingo.

Muitos parecem ter desistido da luta pelo titulo. O próprio Jorge Jesus embora o não admita, quando se refreou em Braga e armou um equipe sem titulares contra o Portimonense pareceu desistir do titulo.

 

Mas a verdade é que por brio e atitude, enquanto houver um chance de ser campeão, não deve ser a necessidade de gestão do que quer que seja que nos deve afastar desse objectivo.

 

Mas aqui não se trata só disso.

 

Trata-se de jogar contra o nosso principal rival que...pode ser campeão em nossa casa. E isso (e ainda bem) é para muitos intolerável.

 

Como é intolerável não vingar o jogo do dragão onde perdemos copiosamente e demonstramos que, tendo sido muitas vezes a melhor equipa portuguesa, não o fomos sempre nem tão consistentemente como o Porto foi.

 

É hora para um acerto de contas.

Para podermos dizer que a menos de precalços próprios e alheios (falo dos apitos, sim senhor) continuamos com o melhor futebol português.

Aquele que vai recuperar a mistica do Benfica.

Aquele que ainda vai ganhar esta época a Taça da Liga e a Taça de Portugal.

Aquele que ainda vai ganhar a Liga Europa, relançando o sonho de, como há 50 anos atrás, sermos campeões Europeus.

 

Aquele que no Estadio da Luz, no próximo Domingo, vai provar qual o melhor futebol português!




Quinta-feira, 17 de Março de 2011

António de Souza-Cardoso em 17/03/11 | comentar | 21 comentários

Fomos a Paris. Ao bonito Parque dos Principes. À cidade luz, a referência da cultura europeia e mundial.

 

Jogamos contra o maior Clube desta que esta uma das maiores e mais importantes capitais do Mundo.

 

E qual o maior Clube desta capital maior? ...O Benfica, acreditam?

 

É verdade e para quem tem dúvidas bastou ver o parque dos Principes repleto com uma maioria de Benfiquistas.

 

O Benfica tem esta dimensão que mais nenhum Clube, produto ou marca portuguesa, concede deter. É de facto uma instituição global. Das mais fortes porque numa área que "joga" tão fortemente com emoções. E por isso suscita tantas invejas e tantas pressões. tantas pulsóes que se têm que acantonar num registo regionalista e bacoco.

 

O Benfica fez um jogo inteligente. Outra vez segurado no pulmão de Fábio Coentrão, no virtuosismo de Sálvio e na eficácia de Nico Gaitan. Tivemos o dominio do jogo e o maior nº de oportunidades. Não fomos, desta vez, prejudicados por ninguém. Nem beneficiados, como já é habitual.

 

Vêm ai os quartos de final. Escrevo quando o Porto ganha ainda ao CSKA por 2-1 e o Braga está empatado com o Liverpool, jogando de igual para igual com esse gigante europeu.

 

Julgo que os Clubes portugueses têm, os três, condições para prosseguir na Europa.

 

Só um, no entanto, tem esta dimensão universal, de ser maior mesmo em casa dos maiores. De jogar em casa duas vezes.

 

Esta a glória do Benfica que desperta a "chama imensa" mas também o imenso ódio que obriga a que se fale do Benfica quando Ele nem sequer lá está.

 

Continuamos vivos nas diferentes frentes. Julgo que Jesus desistiu do Campeonato. Sem o admitir, mas provando-o em campo. Em particular com o Portimonense onde fica a dúvida se jogamos com um titular ou com... nenhum.

 

Eu que não sou de desistir, não gosto disso, mas é verdade que nos esperam muitas glórias, ainda, para esta época. De Lisboa a Luanda, do Porto a Paris. Em Portugal, na Europa e no Mundo que é de onde é o Benfica!

 

 

António de Souza-Cardoso

 





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