Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 15/09/11 | comentar | 2 comentários

 

Com a pequena surpresa de Rúben Amorim, a equipa do Benfica apresentou-se algo cautelosa na sua primeira partida da Liga dos Campeões, contra a forte equipa do Manchester United. Mas também o Manchester United mostrou que respeita o Benfica e entrou com muitos cuidados na sua organização defensiva.

 

Apesar de o Manchester United ter maior posse de bola, era o Benfica que atacava com maior perigo e o golo apareceu aos 24 minutos numa boa jogada de Gaitan, que desmarcou Cardozo com um passe longo. Cardozo dominou bem a bola, fintou o seu opositor enquanto se virava para a baliza e atirou de pronto, com o pé direito, para um golo de belo efeito.

 

O Benfica serenou com este golo e começou a controlar melhor o jogo, não concedendo grandes hipóteses ao adversário, mas numa distracção, perto do final da primeira parte, com Witzel a dar espaço e os centrais a serem um pouco passivos, Ryan Giggs criou uma oportunidade de marcar e não falhou.

 

Na 2ª parte o Manchester United entrou melhor e tomou conta do jogo, empurrando o Benfica para a sua área defensiva, mas sem criar grandes hipóteses de golo. O Benfica foi ganhando confiança e respondeu, criando boas oportunidades de marcar por Gaitan (grande defesa de Lindegaard), Aimar, Nolito e Emerson, mas o resultado não sofreu alteração.

 

Boa exibição global do Benfica, frente a um adversário muito forte, a mostrar que esta equipa ainda nos vai dar muitas alegrias. Rúben Amorim fez um bom jogo, ajudando nas tarefas defensivas mas também criando espaços no ataque, mostrando que tem lugar nesta equipa. Destaque ainda para os restantes atacantes: Gaitan, Cardozo e Aimar (e Nolito que entrou para o lugar de Rúben Amorim). Os sectores mais defensivos, sem comprometer também não tiveram grande brilho; excepções pela positiva para Maxi, Luisão e Javi e pela negativa para Witzel que jogou abaixo do nível a que nos vem habituando.

 

Não sendo uma vitória, o empate frente à principal equipa do nosso grupo mantém vivas todas as possibilidades de apuramento. Força Benfica!




Terça-feira, 5 de Abril de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 05/04/11 | comentar | 21 comentários

Infelizmente o Benfica não foi capaz de se superiorizar ao Porto no jogo do passado Domingo e fraquejou novamente num momento importante.

 

Mais uma vez Roberto fica ligado pela negativa a este desaire, pois aquele inacreditável primeiro golo contribuiu decisivamente para que o Porto pudesse gerir o jogo da forma que melhor lhe convinha.

 

Também mais uma vez a equipa do Benfica mostrou que ainda tem dificuldade para se afirmar em momentos de maior tensão, ao contrário do nosso rival que, sem ter feito exibições excepcionais, conseguiu gerir os jogos e o campeonato de forma segura, aguentando sem dificuldades a “pressão”.

 

Mas, pior ainda que o mau resultado desportivo e a entrega em nossa casa do campeonato ao Porto, foi o que sucedeu no final do jogo, cortando a iluminação e ligando o sistema de rega do relvado para perturbar a comemoração do adversário, que demonstram uma falta de desportivismo e de educação que são inaceitáveis em qualquer instituição e, em especial, numa com a grandeza e os pergaminhos do Sport Lisboa e Benfica.

 

Quem age assim não tem qualquer legitimidade para assumir a luta pelo "fair-play" no futebol português. Gostaria de acreditar que a Direcção do Benfica foi alheia a estes acontecimentos, mas então como se justifica que não tenha condenado imediata e veementemente o sucedido? Que não tenha pedido desculpa ao adversário pelo sucedido? E que não tenha ordenado ainda uma investigação para apurar responsabilidades?

 

No meu post anterior disse, a propósito das desagradáveis peripécias que antecederam o jogo, que “esteve mal a Direcção do Benfica neste assunto”. O que se passou depois do jogo é muito pior e a Direcção do Benfica não só esteve muitíssimo mal como desrespeitou grosseiramente a grandeza do nosso clube.

 

Não me revejo neste tipo de comportamentos e penso que uma enorme maioria dos adeptos do Benfica também não. O que aconteceu é demasiado grave e não pode deixar de ter consequências.




Domingo, 3 de Abril de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 03/04/11 | comentar | 2 comentários

  

 

Anteontem vi, na capa d’O Jogo, a notícia que dava conta da proibição da entrada dos adeptos do Porto no nosso Estádio com quaisquer adereços como bandeiras e cachecóis do seu clube.

 

Achei evidente que só podia ser uma brincadeira de 1 de Abril, o dia das mentiras. Fiquei completamente estupefacto quando me garantiram que era verdade e que a Direcção do Benfica até teria emitido um comunicado a justificar essa atitude.

 

E que justificação foi essa? O princípio da reciprocidade. E ainda que “Esta decisão foi devidamente ponderada e é irreversível, porque em questões morais – e dentro da legalidade – nunca se deve vacilar.”

 

Das duas uma: ou acham que é correcto (mais até, uma questão moral) impedir os adeptos de qualquer clube de usar os adereços que os identificam com o clube e dão colorido ao espectáculo, o que considero totalmente inaceitável, e então não deviam criticar os outros que o fazem, ou então não devem reciprocar fazendo aquilo com que não concordam e, pior ainda, invocando questões morais!

 

Só mesmo o último parágrafo do comunicado é digno do grandioso clube que é o nosso Benfica: “O futebol português dispensa a violência e a intolerância, mas também prescinde de “virgens ofendidas”.” Mas, infelizmente, atitudes como estas não ajudam a dispensar a violência e a intolerância. E não é por os outros fazerem igual ou pior que as nossas atitudes ficam justificadas! Esteve mal a Direcção do Benfica neste assunto.

 

Dentro do campo é que quero ver o Benfica responder à altura e mostrar como somos realmente muito melhores que o Porto.

 

Força Benfica!

 




Sábado, 12 de Março de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 12/03/11 | comentar | 12 comentários

O que aconteceu com o nosso Vice-Presidente à saída de um conhecido restaurante da cidade do Porto é inadmissível e indigno, e faz parte de um longo rol de atitudes indesculpáveis que adeptos portistas têm perpetrado contra o Benfica e os seus dirigentes.

 

Sou portuense, com muito orgulho e honra, e acho sinceramente que as gentes do Norte são as mais hospitaleiras e francas de todo o país. Infelizmente, quando se considera a vertente desportiva, isto é, quando em vez dos portuenses falamos dos portistas, passamos de um extremo ao outro.

 

Porque sou portuense e um apaixonado benfiquista ouço com muita frequência estas perguntas:

 

- Não nasceste no Porto? Então porque é que és benfiquista?

 

Estas perguntas só teriam alguma lógica admitindo que a escolha do clube é feita de forma racional e desapaixonada, o que para mim (e penso que para a generalidade dos adeptos) não faz qualquer sentido.

 

O verdadeiro adepto sofre apaixonada e irracionalmente com o seu clube. É evidente que nenhum adepto assiste calmamente a um jogo do seu clube, avaliando friamente quem está a jogar melhor para decidir quem acha que deve merecer a sua preferência na vitória.

 

Quando assisto a um jogo do Benfica estou a torcer desde o primeiro ao último segundo para que o Benfica se superiorize ao seu adversário e penso que não sou nenhuma excepção.

 

Coisa diferente é não ser capaz de reconhecer que a equipa jogou mal e/ou que o adversário foi superior e mereceu a vitória. Muito mais grave ainda, indesculpável mesmo, é que se pratiquem actos de violência e vandalismo em nome do clubismo.

 

É também evidente que este tipo de actos não é exclusivo dos adeptos de nenhum clube, embora venham sendo cada vez mais comuns entre os portistas. Penso que isso se deve em grande medida à flagrante incapacidade dos dirigentes portistas para condenar este tipo de acções e ao sentimento de total impunidade que deriva de não se conhecerem casos em que os culpados tenham sido julgados e condenados de forma exemplar.

 

Com isto está-se a conseguir afastar as pessoas normais do futebol e de outras manifestações desportivas. Se não houver uma grande preocupação de encontrar uma forma de impedir este tipo de comportamentos, eles vão envenenar de tal forma o fenómeno desportivo que podem mesmo acabar ele.

 

Termino repescando uma frase de um dos meus primeiros posts nest blog:

 

“O mais perverso de tudo isto é que o desporto, que devia ser essencialmente uma escola de valores, consiga que pessoas bem formadas compreendam, e até justifiquem, os comportamentos mais atentatórios desses mesmos valores, desde que seja ao serviço do seu clube. Não contem comigo para isso!”

 

Saudações Benfiquistas

 




Sábado, 26 de Fevereiro de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 26/02/11 | comentar | 1 comentários

Como toda a gente sabe, há um grupo de associações que continua, irresponsavelmente, a impedir a adaptação dos estatutos da FPF à lei de base do sistema desportivo.

 

Face à suspensão do estatuto de utilidade pública da FPF e às ameaças de suspensão de clubes e Selecção das competições internacionais, as associações de futebol que têm tentado bloquear este processo para manter os seus privilégios, afirmaram que aprovariam os estatutos propostos se a FIFA e a UEFA confirmassem que os estatutos propostos estão de acordo com os seus regulamentos e estatutos.

 

A FPF conseguiu o que parecia, se não impossível, pelo menos muito pouco provável, e obteve uma missiva conjunta da UEFA e da FIFA, que afirma claramente que os estatutos propostos não colidem em qualquer aspecto com os regulamentos e estatutos da UEFA e da FIFA.

 

Como, infelizmente, já seria de esperar deste grupo de irresponsáveis, apesar do que tinham dito, voltaram com a palavra atrás e afinal aquilo que exigiam já não era suficiente e ainda precisavam de esclarecer algumas dúvidas.

 

Passaram então a exigir, pasme-se, uma reunião com a UEFA e a FIFA para esclarecer dúvidas quanto à limitação de mandatos, ao método de Hondt e à representatividade previstos no Regime Jurídico das Federações Desportivas e propostos no projecto de estatutos.

 

Apesar do absurdo da situação Gilberto Madaíl vergou-se mais uma vez aos poderosos dirigentes associativos e prestou-se a contactar a FIFA e a UEFA para pedir que os recebessem em reunião.

 

Como seria natural, a FIFA e a UEFA recusaram reunir-se com as associações distritais e aproveitaram para “puxar as orelhas” à FPF afirmando que irão analisar a adequação dos estatutos da FPF à legislação em vigor proximamente. Se o impasse se mantiver, pode haver sanções que afastem as selecções e os clubes portugueses de competições internacionais. E dizem ainda que é responsabilidade da FPF entrar em diálogo e convencer os seus membros da importância de adoptar estatutos e código eleitoral em conformidade, primeiro, com os estatutos da FIFA e da UEFA e o código eleitoral da FIFA, segundo, com a legislação portuguesa.

 

Perante tudo isto é inevitável fazer algumas perguntas:

 

Como é possível que num assunto tão sensível estes dirigentes, que supostamente agem em representação dos clubes, não só não sintam necessidade de auscultar os clubes como actuem ao contrário do que muitos destes defendem?

 

Porque é que o presidente da FPF continua a negociar com estes dirigentes e se dispõe, por eles, a fazer tristes figuras perante a FIFA e a UEFA?

 

Como é possível que meia dúzia de pessoas continuem a minar os alicerces do sistema desportivo português?


Termino repetindo o final do post que há cerca de um mês escrevi sobre este mesmo assunto: A bem do futebol português só espero que sejam os estertores finais deste polvo que tão mal fez ao futebol português nas últimas décadas.




Domingo, 13 de Fevereiro de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 13/02/11 | comentar

 

 

David Luiz vai deixar muitas saudades no Benfica. Apesar da sua juventude, a forma apaixonada como se dedica ao jogo e o entusiasmo que põe em campo, criaram uma enorme empatia com os adeptos.

 

Para além de ser tecnicamente muito dotado, mesmo nas situações mais difíceis nunca desiste e as suas capacidades de liderança, a par da sua entrega total ao jogo, contagiam frequentemente os colegas para se excederem, o que é muito importante numa equipa.

 

David Luiz chegou ao Benfica em Janeiro de 2007, ainda com 18 anos, por empréstimo do Esporte Clube Vitória, de Salvador da Bahia.

 

A estreia, numa noite europeia contra o Paris St Germain, não foi muito feliz. Entrou para substituir o lesionado Luisão e nos 10 minutos que se seguiram à sua entrada o PSG deu a volta ao resultado adverso de 0-1, num dos golos com a participação activa do próprio David Luiz.

 

Apesar da infeliz estreia, devido à lesão de Luisão teve oportunidade de se fixar no eixo da defesa durante grande parte da época, convencendo os dirigentes a exercer a opção de compra do seu passe.

 

A época 2007/2008 seria mais difícil, já que duas lesões prolongadas o deixaram de fora das opções do treinador a maior parte da época e mesmo no início da seguinte.

 

2008/2009 e, especialmente, 2009/2010 foram as épocas da consagração de David Luiz no Benfica, culminando com a conquista do campeonato em que foi considerado o melhor jogador.

 

Resumindo, apesar de ainda ter 23 anos já participou em 5 épocas da SuperLiga portuguesa ao serviço do glorioso, 3 delas completas e deixou uma marca indelével na galeria dos heróis benfiquistas.

 

Para além de ser um atleta de excepção, David Luiz mostrou ser um homem de grande estatura e maturidade. Ao contrário do que se tem visto muito frequentemente soube ainda ser agradecido ao clube que o lançou para a fama.

 

Um bom exemplo foi dado em entrevista quando, após uma tentativa falhada de transferência no final da época passada, a imprensa procurava desesperadamente desestabilizar o atleta e o Benfica:

 

- Tem-se falado e escrito muito sobre o seu futuro e vários têm sido os grandes clubes europeus interessados na sua contratação. Qual é o ponto da situação?


- Eu estou no maior clube do Mundo, não estou preocupado com o futuro, o Benfica é a minha casa. Quando vim para cá poucos acreditavam em mim, tinha 18 anos, mas o presidente Luís Filipe Vieira foi-me buscar e apostou sempre em mim. Aliás, o presidente tem sido a alma deste clube, tem estado sempre presente junto da equipa com sacrifício da sua vida pessoal e profissional. Portanto, o mínimo que eu posso fazer é retribuir com trabalho e o meu futuro está nas mãos dele. O que Luís Filipe Vieira disser será o meu futuro!

 

 

É por tudo isto que não posso deixar de dizer, sentidamente

 

Obrigado David Luiz!

 

 

PS – Segundo as melhores (e mais optimistas) previsões meteorológicas prevê-se uma maré vermelha para o final da tarde de hoje, que irá varrer o país de Norte a Sul (pelo menos de Braga a Lisboa)




Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 02/02/11 | comentar | 8 comentários

  

 

Grande demostração de classe dos jogadores do Benfica num estádio muito difícil, frente a um Porto muito moralizado e que tem estado a jogar bem.

 

No Benfica estiveram especialmente bem Javi Garcia, Luisão e Fábio Coentrão, este apesar de ter sido muito mal expulso - em contraste com Belluschi que, com uma arbitragem isenta, não chegava ao intervalo

 

A equipa do Benfica entrou muito bem no jogo e, com uma pressão alta eficaz, foi criando dificuldades à defesa portista. Aos 6 minutos Fábio Coentrão, muito oportuno e decidido, marcou o primeiro golo para o Benfica, aproveitando um desentendimento entre o central e o guarda-redes portistas.

 

Novamente numa recuperação de bola, fruto da pressão alta exercida, Javi Garcia marcou um belo golo, pleno de oportunidade, num remate bem colocado de fora da área.

 

A expulsão, quando ainda faltava cerca de meia hora para o fim do jogo mudou completamente a face do jogo, mas mesmo com 10 contra 11 o Benfica não cedeu e realizou uma exibição defensiva com poucas falhas.

 

Em termos individuais, para além das já referidas enormes exibições de Javi Garcia e Luisão, realce para o grande crescimento de Nico Gaitán, para a entrada de Sidnei que quase conseguiu fazer esquecer a falta de David Luiz e para a segurança de Júlio César na baliza. Menos bem do que nas últimas partidas esteve Sálvio, mais apagado do que tem sido habitual.

 

O Benfica foi um justíssimo vencedor.

 

Venha a segunda mão na Catedral!




Sábado, 29 de Janeiro de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 29/01/11 | comentar | 8 comentários

 

Em mais uma clara demonstração de que só lhes interessa a manutenção do poderio que lhes permitiu levar a cabo todos os atropelos ao interesse da verdade desportiva, algumas associações de futebol (vejam lá se conseguem adivinhar de onde) impediram a adaptação dos estatutos da FPF à lei de base do sistema desportivo.

 

Nem o facto de a selecção e alguns dos clubes que, supostamente, deviam representar virem, muito provavelmente, a ser proibidos de competir a nível internacional, nem mesmo a possibilidade de a própria FPF poder perder a capacidade de organizar competições desportivas inibiu estes “dirigentes” associativos de, irresponsavelmente, defenderem a sua capacidade de influenciar e decidir o rumo das competições desportivas organizadas pela FPF.

 

Este é, sem dúvida, um dos dias mais negros do futebol português, por culpa de meia dúzia de irresponsáveis que não sabem ser verdadeiros dirigentes desportivos.

 

A bem do futebol português só espero que sejam os estertores finais deste polvo que tão mal fez ao futebol português nas últimas décadas.




Domingo, 9 de Janeiro de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 09/01/11 | comentar | 1 comentários

 

 

Mais uma exibição convincente do Benfica a garantir uma importante vitória contra uma equipa que coloca grandes problemas aos seus opositores, sobretudo quando joga em casa.

 

A primeira parte foi totalmente dominada pelo Benfica, que mostrou argumentos para sair para o intervalo com uma vantagem mais dilatada. Mais uma vez Saviola e Salvio estiveram em destaque, com pormenores de grande classe, culminando no grande golo que marcaram “a meias”.

 

Na segunda parte a U. Leiria entrou mais atrevida e controlou o jogo nos primeiros 25 minutos, mas sem criar verdadeiras situações de golo. Resistiu bem o Benfica, com uma defesa organizada, mas o clima de incerteza no resultado não deixava descansados os adeptos benfiquistas.

 

A entrada de Ruben Amorim para o lugar de Carlos Martins foi a solução idealizada por Jorge Jesus para contrariar este período de maior domínio territorial por parte da U. Leiria e revelou ser o antídoto perfeito. Rúben Amorim ajudou muito bem Fábio Coentrão e fechar o lado esquerdo da defesa, por onde a U. Leiria conduzia a maioria dos seus ataques, e Gaitan assumiu na perfeição a condução do jogo. A partir daí o Benfica foi a única equipa no relvado e criou várias oportunidades de golo, concretizando uma por Gaitan, a passe de Cardozo, e outra por Cardozo a passe de Jara.

 

Se conseguirmos jogar com esta qualidade nos jogos que nos faltam vamos ter discussão do título até ao final. Força Benfica!




Sábado, 18 de Dezembro de 2010

Miguel Álvares Ribeiro em 18/12/10 | comentar | 3 comentários

 

Em função de algumas exibições num passado recente, o sentimento dos adeptos do Benfica no jogo contra o Rio Ave não era de grande confiança, como seria de esperar em condições normais. A entrada de Sidnei para substituir o lesionado Luisão e a inesperada ausência dos convocados de Carlos Martins não contribuía para aumentar os índices de confiança.

 

Mas o Benfica pressionante e dominador voltou e aos 8 minutos já vencia por 2-0, com golos de Aimar e Saviola (a quem já havia sido anulado um golo por fora de jogo). O Benfica abrandou então o ritmo do jogo, mas dominava o jogo e criava as principais oportunidades de golo. Nos últimos cinco minutos  o Rio Ave cresceu e criou algumas jogadas de perigo, marcando mesmo um golo por João Tomás.

 

No reinício voltou o Benfica que todos queremos ver e em 17 minutos marcava mais dois golos, por Saviola e Salvio que teve hoje uma excelente exibição e papel fundamental nos dois golos. Mais uma vez os critérios de arbitragem nos desfavoreceram e num lance normal o árbitro marcou um penalty inexistente contra o Benfica, que João Tomás converteu no segundo golo do Rio Ave. Mas novamente Salvio, com brilhantismo, aproveitou uma bola despachada pela defesa do Rio Ave para executar, da entrada da área e de cabeça, um extraordinário chapéu ao guarda redes adversário.

 

Continua assim, como disse o José Esteves de Aguiar, a missão possível, sobretudo se forças estranhas não conseguirem continuar a proporcionar diferentes condições aos diversos clubes.

 

As vitórias e boas exibições nos últimos jogos, bem como a progressiva integração de alguns reforços (particularmente Salvio e Gaitan)  só nos pode dar esperança para o futuro.

 

Força Benfica!





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