Domingo, 1 de Maio de 2011

António de Souza-Cardoso em 01/05/11 | comentar | 6 comentários

O Benfica começou a época a gerir bem. A venda de Ramirez, Di Maria e, mais tarde David Luiz, apesar da saudade que deixam e da indiscutivel importância que tinham na equipa, é um acto de gestão indispensável a quem tem o passivo do Benfica.

O mesmo da compra de Salvio e Nico Gaitan, a compensaram aquele dia malévolo em que deixamos fugir Falcão.

Já não de Roberto que me parece ter altos e baixos que comprovam a sua imaturidade, maior para mim da de Júlio Cesar e, principalmente, da de Moreira. Para não falar do episódio serôdio que envolveu a saida de Quim.

 

Mas na primeira Taça que disputou contra o Porto, percebeu-se bem que equipa ainda estava de ressaca de uma festa de alguém que nos últimos anos, andava arredado dos festejos. e por isso se deslumbrou.

Depois foi o inicio de época desastroso no Campeonato, com arbitragens também desastrosas que quase condenaram a época à quinta jornada. Este periodo culminou com o vergonhoso 5 a 0 no Dragão.

 

A equipa acordou então e, a espaços, chegou a mostrar que bem poderia ser a melhor equipa portuguesa.

Entretanto na Europa sairamos sem honra da mitica Liga dos Campeões que Jesus (tal como Luis Filipe Vieira no passado) prometeram vencer.

A má gestão mais gritante foi a gestão fisica e psicológica da equipa: O Benfica começou a época cansado e acabou a época... também cansado.

Perdemos depois o Campeonato (já vamos a muitos pontos do Porto) e mais tarde a Taça de Portugal, em condições quase incompreensíveis perdendo uma vez mais com um Porto que, apesar de ajudado pelas arbitragens, mereceu vencer o campeonato.

 

Ganhamos depois, com pouca festa, a Taça da Liga, um troféu pequeno de mais para o Benfica.

 

E agora temos a Liga Europa.

 

Julgo, tal como Mourinho, que as finais não se jogam, ganham-se e nesta final (se o Benfica passar o Braga) não há má gestão que afecte o sonho dos jogadores ganharem este único jogo.

É essa a minha esperança e, julgo, que de todos os Benfiquistas.

E isso mostraria que apesar da má gestão, nos resta ainda defender a nossa grandeza.

 

Com a esperança e a convicção que temperaram o carácter de campeões que nunca poderemos perder! 




Segunda-feira, 11 de Abril de 2011

Pedro Fonseca em 11/04/11 | comentar | 4 comentários

A clarividência de Salvio

 

Salvio é mais uma “invenção” de Jorge Jesus. Há poucos meses atrás, não se sentava sequer no banco do Atlético de Madrid – mais uma prova da incompetência de Quique Flores. Hoje, é chamado à selecção da Argentina, uma das melhores do Mundo, e é titular indiscutível do Benfica.
Em poucos meses, Salvio – ou Toto – viu a sua carreira transfigurar-se. Ele próprio se transfigurou-se como jogador de alto nível. Na passada 5ª feira, contra o PSV, fez gato-sapato da defesa holandesa, carimbou 2 golos, abriu as portas da meia-final e colocou os holofotes da Europa virados para ele.
O A. Madrid abriu a boca e agora já quer 15 milhões para ele ficar na Luz. Mas do Dragão o apetite também merece atenção. Redobrada. É que ainda ninguém se esqueceu do que aconteceu com Christian Rodriguez.
Porém, quando muitos já o viam de camisola listada, Salvio, o próprio, resolveu colocar um ponto final naquela que poderia ser uma transferência-choque para o Benfica. O internacional argentino, em declarações a uma rádio do seu país(ler aqui), deu a sua opinião sobre o “apagão” na Luz, após o jogo com o fc porto.
As suas clarividentes palavras serviram sobretudo para atestar duas coisas: Salvio tem tanto de bom jogador como de pessoa inteligente; o Dragão já era… Obrigado Toto!



Terça-feira, 5 de Abril de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 05/04/11 | comentar | 21 comentários

Infelizmente o Benfica não foi capaz de se superiorizar ao Porto no jogo do passado Domingo e fraquejou novamente num momento importante.

 

Mais uma vez Roberto fica ligado pela negativa a este desaire, pois aquele inacreditável primeiro golo contribuiu decisivamente para que o Porto pudesse gerir o jogo da forma que melhor lhe convinha.

 

Também mais uma vez a equipa do Benfica mostrou que ainda tem dificuldade para se afirmar em momentos de maior tensão, ao contrário do nosso rival que, sem ter feito exibições excepcionais, conseguiu gerir os jogos e o campeonato de forma segura, aguentando sem dificuldades a “pressão”.

 

Mas, pior ainda que o mau resultado desportivo e a entrega em nossa casa do campeonato ao Porto, foi o que sucedeu no final do jogo, cortando a iluminação e ligando o sistema de rega do relvado para perturbar a comemoração do adversário, que demonstram uma falta de desportivismo e de educação que são inaceitáveis em qualquer instituição e, em especial, numa com a grandeza e os pergaminhos do Sport Lisboa e Benfica.

 

Quem age assim não tem qualquer legitimidade para assumir a luta pelo "fair-play" no futebol português. Gostaria de acreditar que a Direcção do Benfica foi alheia a estes acontecimentos, mas então como se justifica que não tenha condenado imediata e veementemente o sucedido? Que não tenha pedido desculpa ao adversário pelo sucedido? E que não tenha ordenado ainda uma investigação para apurar responsabilidades?

 

No meu post anterior disse, a propósito das desagradáveis peripécias que antecederam o jogo, que “esteve mal a Direcção do Benfica neste assunto”. O que se passou depois do jogo é muito pior e a Direcção do Benfica não só esteve muitíssimo mal como desrespeitou grosseiramente a grandeza do nosso clube.

 

Não me revejo neste tipo de comportamentos e penso que uma enorme maioria dos adeptos do Benfica também não. O que aconteceu é demasiado grave e não pode deixar de ter consequências.




Segunda-feira, 4 de Abril de 2011

Pedro Fonseca em 04/04/11 | comentar | 6 comentários

Objectivo: Taças!

 

Faltavam cerca de 15 minutos para acabar o clássico. As imagens da televisão focam então a tribuna presidencial da Luz. Na primeira fila, um homem, entre o presidente da AG do Benfica e o seleccionador nacional, estava curvado para a frente, como quem deseja entrar no relvado para ajudar os nossos rapazes.
Luís Filipe Vieira tem no rosto um mar de preocupações. As imagens não enganam. O líder da Luz sabe bem o que está em causa. Aliás, ninguém na Luz sabe tão bem quanto ele o que está em causa.
Desde que, em 2003 assumiu a liderança do Sport Lisboa e Benfica – já lá vão 8 anos, Vieira não tem parado um minuto. Sabemos o que fez nestes anos – a obra está aí visível e fantástica. Passemos à frente.
Há a questão desportiva? Pois há. Mas vamos aos factos: Pinto da Costa, nos seus primeiros 8 anos de liderança portista ganhou 3 campeonatos; Vieira ganhou 2. E Pinto da Costa não teve de se preocupar com mais nada.
É certo que o Benfica não pode ganhar 1 campeonato de 5 em 5 anos. Vieira sabe disso. Sabe-o tão bem que no início da época afirmou: “0s campeões não ganham só uma vez”. Vieira falhou com Fernando Santos? É verdade. Pinto da Costa falhou com Del Neri, Fernandez, Couceiro, Octávio Machado, Quinito – que me lembre…
Agora que o campeonato se foi, há que começar a preparar já a nova época, embora sabendo que esta ainda tem muito para ganhar. O Presidente do Benfica tem que reunir um núcleo duro de 3 / 4 pessoas para estudar o ataque ao mercado – vendas e compras -; dispensas do plantel; enquadramento de 2 / 3 juniores; estágio de pré-época.
Numa política acertada, tem vindo a ser renovados os contratos com alguns jogadores, mas é essencial que o plantel esteja fechado até à primeira quinzena de Julho. Antes, ainda, Luís Filipe Vieira podia pensar numa jogada “política”: renovar com Jorge Jesus.
O Presidente do Benfica sabe bem que tudo o que fez só será reconhecido por muitos se for acompanhado por um desempenho mais vitorioso da equipa de futebol. É injusto? No caso de Luís Filipe Vieira é tremendamente injusto.
Mas o Presidente do Benfica, que tem fortes hipóteses de alcançar um lugar ímpar na galeria de presidentes do Glorioso, não ignora que tem de, pelo menos, alcançar uma mão cheia de campeonatos nos próximos 8 anos.
É que se o Benfica ainda precisa para mais uma década de Luís Filipe Vieira, este precisa de campeonatos como de pão para a boca. Para que não se diga apenas que foi o homem de reconstruiu o Benfica, Vieira sabe que não pode nem deve falhar esse objectivo.



Domingo, 3 de Abril de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 03/04/11 | comentar | 2 comentários

  

 

Anteontem vi, na capa d’O Jogo, a notícia que dava conta da proibição da entrada dos adeptos do Porto no nosso Estádio com quaisquer adereços como bandeiras e cachecóis do seu clube.

 

Achei evidente que só podia ser uma brincadeira de 1 de Abril, o dia das mentiras. Fiquei completamente estupefacto quando me garantiram que era verdade e que a Direcção do Benfica até teria emitido um comunicado a justificar essa atitude.

 

E que justificação foi essa? O princípio da reciprocidade. E ainda que “Esta decisão foi devidamente ponderada e é irreversível, porque em questões morais – e dentro da legalidade – nunca se deve vacilar.”

 

Das duas uma: ou acham que é correcto (mais até, uma questão moral) impedir os adeptos de qualquer clube de usar os adereços que os identificam com o clube e dão colorido ao espectáculo, o que considero totalmente inaceitável, e então não deviam criticar os outros que o fazem, ou então não devem reciprocar fazendo aquilo com que não concordam e, pior ainda, invocando questões morais!

 

Só mesmo o último parágrafo do comunicado é digno do grandioso clube que é o nosso Benfica: “O futebol português dispensa a violência e a intolerância, mas também prescinde de “virgens ofendidas”.” Mas, infelizmente, atitudes como estas não ajudam a dispensar a violência e a intolerância. E não é por os outros fazerem igual ou pior que as nossas atitudes ficam justificadas! Esteve mal a Direcção do Benfica neste assunto.

 

Dentro do campo é que quero ver o Benfica responder à altura e mostrar como somos realmente muito melhores que o Porto.

 

Força Benfica!

 




Quinta-feira, 31 de Março de 2011

António de Souza-Cardoso em 31/03/11 | comentar | 1 comentários

Quando ganhar não vale nada é mais dificil dar inspiração e estimulo a quem tem que ter um bom desempenho e atitude.

Este pode, claro, ser um problema do jogo do próximo Domingo.

Muitos parecem ter desistido da luta pelo titulo. O próprio Jorge Jesus embora o não admita, quando se refreou em Braga e armou um equipe sem titulares contra o Portimonense pareceu desistir do titulo.

 

Mas a verdade é que por brio e atitude, enquanto houver um chance de ser campeão, não deve ser a necessidade de gestão do que quer que seja que nos deve afastar desse objectivo.

 

Mas aqui não se trata só disso.

 

Trata-se de jogar contra o nosso principal rival que...pode ser campeão em nossa casa. E isso (e ainda bem) é para muitos intolerável.

 

Como é intolerável não vingar o jogo do dragão onde perdemos copiosamente e demonstramos que, tendo sido muitas vezes a melhor equipa portuguesa, não o fomos sempre nem tão consistentemente como o Porto foi.

 

É hora para um acerto de contas.

Para podermos dizer que a menos de precalços próprios e alheios (falo dos apitos, sim senhor) continuamos com o melhor futebol português.

Aquele que vai recuperar a mistica do Benfica.

Aquele que ainda vai ganhar esta época a Taça da Liga e a Taça de Portugal.

Aquele que ainda vai ganhar a Liga Europa, relançando o sonho de, como há 50 anos atrás, sermos campeões Europeus.

 

Aquele que no Estadio da Luz, no próximo Domingo, vai provar qual o melhor futebol português!




Terça-feira, 29 de Março de 2011

Pedro Fonseca em 29/03/11 | comentar | 2 comentários

O fim (de um grande) anunciado

 

A decadência do Sporting – melhor dizendo: a tomada de consciência pelos sportinguistas da real dimensão do clube – é um facto inelutável e irreversível. É-o desde sempre. Apenas dissimulado durante décadas por se tratar do clube do Estado Novo, cuja intenção de o promover a único clube nacional (e da União Nacional) é o filme-emblemático dos anos 40 “O Leão da Estrela”.
A propaganda fez, então, o seu caminho. E o regime sentiu-se confortável com um clube-bandeira cuja cor era o verde, cor das camisas da Legião Portuguesa, guarda pretoriana de António de Oliveira Salazar.
A génese aristocrata também servia às mil maravilhas a um país liderado por um homem da província, mas que precisava de dar imagem de cosmopolitismo (e precisava, como hoje, dos grandes grupos económicos e financeiros).
Ajudado por este empurrão do Estado Novo, a que não é estranho a fuga de mais de meia equipa do Benfica para Alvalade, o Sporting dominou as décadas de 40 e 50, e de alguma forma conseguiu afirmação nacional. Depois veio o Ultramar, sempre o Ultramar, e um “colored” chamado Eusébio da Silva Ferreira aterrou em Lisboa e rumou à Luz. A história, a partir daqui, é conhecida.
O Sporting nunca mais se recompôs. Até hoje. Confrontado com a dimensão mundial do Benfica, seu vizinho, e com a ascensão do FC Porto, a norte, remeteu-se a um plano secundário, de que nunca mais irá sair.
Sem uma identidade que lhe permita alargar a base social de apoio, isolado voluntária e voluntariamente, o Sporting assume a imagem de fidalgo arruinado, inadaptado aos tempos modernos.
O que se passou nas eleições do Sporting é, simplesmente, a revolta do choque com a realidade. O clube já não é sequer de Lisboa, quando muito é capaz de liderar as simpatias em metade da Av. de Roma e metade do Campo Grande.
Acresce a ausência de títulos no futebol e no resto. O ecletismo, tão propagandeado pela imprensa do regime (que ainda há) é um mito: onde está o voleibol? Onde está o basquetebol? O hóquei patins está na 3ª divisão. O andebol luta a meio da tabela.
A bipolarização faz o seu caminho. Inexorável. Por muito que lute contra ela alguma comunicação social e alguns “opinion makers”. A “culpa” não foi de Jorge Gonçalves, nem de Sousa Cintra ou Roquette ou Bettencourt. Nem será de Godinho Lopes.
O Sporting de hoje e também de muitos “ontens” merece tanto as capas dos jornais e as aberturas dos noticiários televisivos como o Braga ou o Guimarães. Não passa de um clube de simpatias muito localizadas.
O choque com a realidade é duro e quase sempre violento. Mas às vezes é melhor assim…



Segunda-feira, 21 de Março de 2011

Bagão Félix para Presidente da FPF

 

A recente qualificação de 3 equipas portuguesas para os quartos-de-final da Liga Europa, levanta várias reflexões/perguntas. A primeira é: onde poderia o futebol português chegar se tivesse dirigentes e árbitros à altura?
A resposta é impossível; a reflexão necessária. Olho para o quadro dos quartos-de-final da Liga dos Campeões e vejo Tottenham, Schalke 04, Shaktar Donetz. A equipa inglesa é inferior ao Benfica ou ao SC Braga? A resposta tem de ser peremptória: NÃO É.
O Schalke 04, que em nada foi superior ao Benfica (antes pelo contrário), na fase de grupos, está, na liga alemã, apenas 3 pontos à frente do Estugarda, que foi cilindrado por 4-1 na anterior eliminatória da Liga Europa.
O Shaktar, que apanhou o Braga desprevenido no primeiro jogo, mas no segundo, em Donetz, já sentiu a capacidade da equipa portuguesa, teria hoje poucas hipóteses de levar de vencida tanto bracarenses como o Benfica.
Onde é que eu quero chegar? Simples: Jorge Jesus não estava a delirar quando apontou a fasquia alta em matéria de Liga dos Campeões. Hoje, qualquer das equipas da Liga Europa caberia no quadro dos “quartos” da Liga dos Campeões.
O nosso problema tem nome e tem rostos: dirigentes e árbitros. Como é possível manter uma novela durante meses para a actualização dos estatutos da Federação, mesmo com o cutelo de sanções graves por parte da UEFA e da FIFA para a selecção e as equipas portuguesas nas provas europeias?
Resposta: irresponsabilidade e impunidade. O Governo, através do secretário de Estado Laurentino Dias, assobiou para o ar, e só não houve consequências mais negativas porque depois de um enxovalhamento da imagem do futebol português no Mundo, foi possível, à última da hora, colocar bom senso nalgumas cabeças (e mesmo assim ainda há coisas por decidir).
Quanto aos árbitros, a reflexão é fácil e documentada: eles são mais responsáveis que vítimas. São muito responsáveis por travar o crescimento da liga portuguesa e também por as equipas portuguesas, às vezes, não irem tão seguras para os desafios europeus.
Os árbitros, a esmagadora maioria medíocre, sobrevive à custa da suspeição, da intriga, do bas-fond, instalado no futebol português. É preciso começar a mudar o futebol português. Para que as equipas portuguesas não apareçam nos quartos-de-final da Liga Europa, mas nos quartos-de-final da Liga dos Campeões – e com frequência.
Temos agora um momento único e decisivo: as eleições para a Federação Portuguesa de Futebol. É preciso remover Gilberto Madaíl. E o Benfica tem de apostar num nome acima de qualquer suspeita; um homem que adora futebol mas esteve sempre longe e fora do “sistema futeboleiro”, inquinado e trapaceiro.
Eu sei que Fernando Seara, competente e idóneo, já se disponibilizou, mas penso que António Bagão Félix é a personalidade melhor colocada para dar ao futebol português a imagem de credibilidade de que ele tanto necessita.



Quinta-feira, 17 de Março de 2011

António de Souza-Cardoso em 17/03/11 | comentar | 21 comentários

Fomos a Paris. Ao bonito Parque dos Principes. À cidade luz, a referência da cultura europeia e mundial.

 

Jogamos contra o maior Clube desta que esta uma das maiores e mais importantes capitais do Mundo.

 

E qual o maior Clube desta capital maior? ...O Benfica, acreditam?

 

É verdade e para quem tem dúvidas bastou ver o parque dos Principes repleto com uma maioria de Benfiquistas.

 

O Benfica tem esta dimensão que mais nenhum Clube, produto ou marca portuguesa, concede deter. É de facto uma instituição global. Das mais fortes porque numa área que "joga" tão fortemente com emoções. E por isso suscita tantas invejas e tantas pressões. tantas pulsóes que se têm que acantonar num registo regionalista e bacoco.

 

O Benfica fez um jogo inteligente. Outra vez segurado no pulmão de Fábio Coentrão, no virtuosismo de Sálvio e na eficácia de Nico Gaitan. Tivemos o dominio do jogo e o maior nº de oportunidades. Não fomos, desta vez, prejudicados por ninguém. Nem beneficiados, como já é habitual.

 

Vêm ai os quartos de final. Escrevo quando o Porto ganha ainda ao CSKA por 2-1 e o Braga está empatado com o Liverpool, jogando de igual para igual com esse gigante europeu.

 

Julgo que os Clubes portugueses têm, os três, condições para prosseguir na Europa.

 

Só um, no entanto, tem esta dimensão universal, de ser maior mesmo em casa dos maiores. De jogar em casa duas vezes.

 

Esta a glória do Benfica que desperta a "chama imensa" mas também o imenso ódio que obriga a que se fale do Benfica quando Ele nem sequer lá está.

 

Continuamos vivos nas diferentes frentes. Julgo que Jesus desistiu do Campeonato. Sem o admitir, mas provando-o em campo. Em particular com o Portimonense onde fica a dúvida se jogamos com um titular ou com... nenhum.

 

Eu que não sou de desistir, não gosto disso, mas é verdade que nos esperam muitas glórias, ainda, para esta época. De Lisboa a Luanda, do Porto a Paris. Em Portugal, na Europa e no Mundo que é de onde é o Benfica!

 

 

António de Souza-Cardoso

 




Terça-feira, 15 de Março de 2011

Pedro Fonseca em 15/03/11 | comentar | 1 comentários

Boa e má notícia

 

Uma boa notícia: Carole é defesa-esquerdo de qualidade. Com Jesus, o francês pode pegar de estaca na próxima época, dando por adquirido que Fábio Coentrão fará render algumas dezenas de milhões de euros. Uma má notícia: Nuno Gomes não fará parte do plantel da próxima época. O capitão tem sido pouco utilizado. Mesmo em jogos-treino, como o que ocorreu domingo com o Portimonense, Nuno Gomes não é primeira opção. Também não ficará na Luz em qualquer outra função. A notícia é má porque Nuno sempre exibiu dotes de liderança de balneário; uma liderança aceite e não imposta; é um jogador respeitado por todos e sabe-se como isso é importante num grupo de jogadores de futebol de alta competição.
O seu lugar será e bem ocupado por Luisão, que deverá acabar a sua carreira na Luz. Nos próximos textos vamos projectar a próxima época, com dispensas, saídas, reforços e os que se manterão. É tempo de começar a preparar o "assalto" de novo ao título. Roubados outra vez, não!




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