Quinta-feira, 31 de Março de 2011

António de Souza-Cardoso em 31/03/11 | comentar | 1 comentários

Quando ganhar não vale nada é mais dificil dar inspiração e estimulo a quem tem que ter um bom desempenho e atitude.

Este pode, claro, ser um problema do jogo do próximo Domingo.

Muitos parecem ter desistido da luta pelo titulo. O próprio Jorge Jesus embora o não admita, quando se refreou em Braga e armou um equipe sem titulares contra o Portimonense pareceu desistir do titulo.

 

Mas a verdade é que por brio e atitude, enquanto houver um chance de ser campeão, não deve ser a necessidade de gestão do que quer que seja que nos deve afastar desse objectivo.

 

Mas aqui não se trata só disso.

 

Trata-se de jogar contra o nosso principal rival que...pode ser campeão em nossa casa. E isso (e ainda bem) é para muitos intolerável.

 

Como é intolerável não vingar o jogo do dragão onde perdemos copiosamente e demonstramos que, tendo sido muitas vezes a melhor equipa portuguesa, não o fomos sempre nem tão consistentemente como o Porto foi.

 

É hora para um acerto de contas.

Para podermos dizer que a menos de precalços próprios e alheios (falo dos apitos, sim senhor) continuamos com o melhor futebol português.

Aquele que vai recuperar a mistica do Benfica.

Aquele que ainda vai ganhar esta época a Taça da Liga e a Taça de Portugal.

Aquele que ainda vai ganhar a Liga Europa, relançando o sonho de, como há 50 anos atrás, sermos campeões Europeus.

 

Aquele que no Estadio da Luz, no próximo Domingo, vai provar qual o melhor futebol português!




Terça-feira, 29 de Março de 2011

Pedro Fonseca em 29/03/11 | comentar | 2 comentários

O fim (de um grande) anunciado

 

A decadência do Sporting – melhor dizendo: a tomada de consciência pelos sportinguistas da real dimensão do clube – é um facto inelutável e irreversível. É-o desde sempre. Apenas dissimulado durante décadas por se tratar do clube do Estado Novo, cuja intenção de o promover a único clube nacional (e da União Nacional) é o filme-emblemático dos anos 40 “O Leão da Estrela”.
A propaganda fez, então, o seu caminho. E o regime sentiu-se confortável com um clube-bandeira cuja cor era o verde, cor das camisas da Legião Portuguesa, guarda pretoriana de António de Oliveira Salazar.
A génese aristocrata também servia às mil maravilhas a um país liderado por um homem da província, mas que precisava de dar imagem de cosmopolitismo (e precisava, como hoje, dos grandes grupos económicos e financeiros).
Ajudado por este empurrão do Estado Novo, a que não é estranho a fuga de mais de meia equipa do Benfica para Alvalade, o Sporting dominou as décadas de 40 e 50, e de alguma forma conseguiu afirmação nacional. Depois veio o Ultramar, sempre o Ultramar, e um “colored” chamado Eusébio da Silva Ferreira aterrou em Lisboa e rumou à Luz. A história, a partir daqui, é conhecida.
O Sporting nunca mais se recompôs. Até hoje. Confrontado com a dimensão mundial do Benfica, seu vizinho, e com a ascensão do FC Porto, a norte, remeteu-se a um plano secundário, de que nunca mais irá sair.
Sem uma identidade que lhe permita alargar a base social de apoio, isolado voluntária e voluntariamente, o Sporting assume a imagem de fidalgo arruinado, inadaptado aos tempos modernos.
O que se passou nas eleições do Sporting é, simplesmente, a revolta do choque com a realidade. O clube já não é sequer de Lisboa, quando muito é capaz de liderar as simpatias em metade da Av. de Roma e metade do Campo Grande.
Acresce a ausência de títulos no futebol e no resto. O ecletismo, tão propagandeado pela imprensa do regime (que ainda há) é um mito: onde está o voleibol? Onde está o basquetebol? O hóquei patins está na 3ª divisão. O andebol luta a meio da tabela.
A bipolarização faz o seu caminho. Inexorável. Por muito que lute contra ela alguma comunicação social e alguns “opinion makers”. A “culpa” não foi de Jorge Gonçalves, nem de Sousa Cintra ou Roquette ou Bettencourt. Nem será de Godinho Lopes.
O Sporting de hoje e também de muitos “ontens” merece tanto as capas dos jornais e as aberturas dos noticiários televisivos como o Braga ou o Guimarães. Não passa de um clube de simpatias muito localizadas.
O choque com a realidade é duro e quase sempre violento. Mas às vezes é melhor assim…



Segunda-feira, 21 de Março de 2011

Bagão Félix para Presidente da FPF

 

A recente qualificação de 3 equipas portuguesas para os quartos-de-final da Liga Europa, levanta várias reflexões/perguntas. A primeira é: onde poderia o futebol português chegar se tivesse dirigentes e árbitros à altura?
A resposta é impossível; a reflexão necessária. Olho para o quadro dos quartos-de-final da Liga dos Campeões e vejo Tottenham, Schalke 04, Shaktar Donetz. A equipa inglesa é inferior ao Benfica ou ao SC Braga? A resposta tem de ser peremptória: NÃO É.
O Schalke 04, que em nada foi superior ao Benfica (antes pelo contrário), na fase de grupos, está, na liga alemã, apenas 3 pontos à frente do Estugarda, que foi cilindrado por 4-1 na anterior eliminatória da Liga Europa.
O Shaktar, que apanhou o Braga desprevenido no primeiro jogo, mas no segundo, em Donetz, já sentiu a capacidade da equipa portuguesa, teria hoje poucas hipóteses de levar de vencida tanto bracarenses como o Benfica.
Onde é que eu quero chegar? Simples: Jorge Jesus não estava a delirar quando apontou a fasquia alta em matéria de Liga dos Campeões. Hoje, qualquer das equipas da Liga Europa caberia no quadro dos “quartos” da Liga dos Campeões.
O nosso problema tem nome e tem rostos: dirigentes e árbitros. Como é possível manter uma novela durante meses para a actualização dos estatutos da Federação, mesmo com o cutelo de sanções graves por parte da UEFA e da FIFA para a selecção e as equipas portuguesas nas provas europeias?
Resposta: irresponsabilidade e impunidade. O Governo, através do secretário de Estado Laurentino Dias, assobiou para o ar, e só não houve consequências mais negativas porque depois de um enxovalhamento da imagem do futebol português no Mundo, foi possível, à última da hora, colocar bom senso nalgumas cabeças (e mesmo assim ainda há coisas por decidir).
Quanto aos árbitros, a reflexão é fácil e documentada: eles são mais responsáveis que vítimas. São muito responsáveis por travar o crescimento da liga portuguesa e também por as equipas portuguesas, às vezes, não irem tão seguras para os desafios europeus.
Os árbitros, a esmagadora maioria medíocre, sobrevive à custa da suspeição, da intriga, do bas-fond, instalado no futebol português. É preciso começar a mudar o futebol português. Para que as equipas portuguesas não apareçam nos quartos-de-final da Liga Europa, mas nos quartos-de-final da Liga dos Campeões – e com frequência.
Temos agora um momento único e decisivo: as eleições para a Federação Portuguesa de Futebol. É preciso remover Gilberto Madaíl. E o Benfica tem de apostar num nome acima de qualquer suspeita; um homem que adora futebol mas esteve sempre longe e fora do “sistema futeboleiro”, inquinado e trapaceiro.
Eu sei que Fernando Seara, competente e idóneo, já se disponibilizou, mas penso que António Bagão Félix é a personalidade melhor colocada para dar ao futebol português a imagem de credibilidade de que ele tanto necessita.



Quinta-feira, 17 de Março de 2011

António de Souza-Cardoso em 17/03/11 | comentar | 21 comentários

Fomos a Paris. Ao bonito Parque dos Principes. À cidade luz, a referência da cultura europeia e mundial.

 

Jogamos contra o maior Clube desta que esta uma das maiores e mais importantes capitais do Mundo.

 

E qual o maior Clube desta capital maior? ...O Benfica, acreditam?

 

É verdade e para quem tem dúvidas bastou ver o parque dos Principes repleto com uma maioria de Benfiquistas.

 

O Benfica tem esta dimensão que mais nenhum Clube, produto ou marca portuguesa, concede deter. É de facto uma instituição global. Das mais fortes porque numa área que "joga" tão fortemente com emoções. E por isso suscita tantas invejas e tantas pressões. tantas pulsóes que se têm que acantonar num registo regionalista e bacoco.

 

O Benfica fez um jogo inteligente. Outra vez segurado no pulmão de Fábio Coentrão, no virtuosismo de Sálvio e na eficácia de Nico Gaitan. Tivemos o dominio do jogo e o maior nº de oportunidades. Não fomos, desta vez, prejudicados por ninguém. Nem beneficiados, como já é habitual.

 

Vêm ai os quartos de final. Escrevo quando o Porto ganha ainda ao CSKA por 2-1 e o Braga está empatado com o Liverpool, jogando de igual para igual com esse gigante europeu.

 

Julgo que os Clubes portugueses têm, os três, condições para prosseguir na Europa.

 

Só um, no entanto, tem esta dimensão universal, de ser maior mesmo em casa dos maiores. De jogar em casa duas vezes.

 

Esta a glória do Benfica que desperta a "chama imensa" mas também o imenso ódio que obriga a que se fale do Benfica quando Ele nem sequer lá está.

 

Continuamos vivos nas diferentes frentes. Julgo que Jesus desistiu do Campeonato. Sem o admitir, mas provando-o em campo. Em particular com o Portimonense onde fica a dúvida se jogamos com um titular ou com... nenhum.

 

Eu que não sou de desistir, não gosto disso, mas é verdade que nos esperam muitas glórias, ainda, para esta época. De Lisboa a Luanda, do Porto a Paris. Em Portugal, na Europa e no Mundo que é de onde é o Benfica!

 

 

António de Souza-Cardoso

 




Terça-feira, 15 de Março de 2011

Pedro Fonseca em 15/03/11 | comentar | 1 comentários

Boa e má notícia

 

Uma boa notícia: Carole é defesa-esquerdo de qualidade. Com Jesus, o francês pode pegar de estaca na próxima época, dando por adquirido que Fábio Coentrão fará render algumas dezenas de milhões de euros. Uma má notícia: Nuno Gomes não fará parte do plantel da próxima época. O capitão tem sido pouco utilizado. Mesmo em jogos-treino, como o que ocorreu domingo com o Portimonense, Nuno Gomes não é primeira opção. Também não ficará na Luz em qualquer outra função. A notícia é má porque Nuno sempre exibiu dotes de liderança de balneário; uma liderança aceite e não imposta; é um jogador respeitado por todos e sabe-se como isso é importante num grupo de jogadores de futebol de alta competição.
O seu lugar será e bem ocupado por Luisão, que deverá acabar a sua carreira na Luz. Nos próximos textos vamos projectar a próxima época, com dispensas, saídas, reforços e os que se manterão. É tempo de começar a preparar o "assalto" de novo ao título. Roubados outra vez, não!



Sábado, 12 de Março de 2011

Miguel Álvares Ribeiro em 12/03/11 | comentar | 12 comentários

O que aconteceu com o nosso Vice-Presidente à saída de um conhecido restaurante da cidade do Porto é inadmissível e indigno, e faz parte de um longo rol de atitudes indesculpáveis que adeptos portistas têm perpetrado contra o Benfica e os seus dirigentes.

 

Sou portuense, com muito orgulho e honra, e acho sinceramente que as gentes do Norte são as mais hospitaleiras e francas de todo o país. Infelizmente, quando se considera a vertente desportiva, isto é, quando em vez dos portuenses falamos dos portistas, passamos de um extremo ao outro.

 

Porque sou portuense e um apaixonado benfiquista ouço com muita frequência estas perguntas:

 

- Não nasceste no Porto? Então porque é que és benfiquista?

 

Estas perguntas só teriam alguma lógica admitindo que a escolha do clube é feita de forma racional e desapaixonada, o que para mim (e penso que para a generalidade dos adeptos) não faz qualquer sentido.

 

O verdadeiro adepto sofre apaixonada e irracionalmente com o seu clube. É evidente que nenhum adepto assiste calmamente a um jogo do seu clube, avaliando friamente quem está a jogar melhor para decidir quem acha que deve merecer a sua preferência na vitória.

 

Quando assisto a um jogo do Benfica estou a torcer desde o primeiro ao último segundo para que o Benfica se superiorize ao seu adversário e penso que não sou nenhuma excepção.

 

Coisa diferente é não ser capaz de reconhecer que a equipa jogou mal e/ou que o adversário foi superior e mereceu a vitória. Muito mais grave ainda, indesculpável mesmo, é que se pratiquem actos de violência e vandalismo em nome do clubismo.

 

É também evidente que este tipo de actos não é exclusivo dos adeptos de nenhum clube, embora venham sendo cada vez mais comuns entre os portistas. Penso que isso se deve em grande medida à flagrante incapacidade dos dirigentes portistas para condenar este tipo de acções e ao sentimento de total impunidade que deriva de não se conhecerem casos em que os culpados tenham sido julgados e condenados de forma exemplar.

 

Com isto está-se a conseguir afastar as pessoas normais do futebol e de outras manifestações desportivas. Se não houver uma grande preocupação de encontrar uma forma de impedir este tipo de comportamentos, eles vão envenenar de tal forma o fenómeno desportivo que podem mesmo acabar ele.

 

Termino repescando uma frase de um dos meus primeiros posts nest blog:

 

“O mais perverso de tudo isto é que o desporto, que devia ser essencialmente uma escola de valores, consiga que pessoas bem formadas compreendam, e até justifiquem, os comportamentos mais atentatórios desses mesmos valores, desde que seja ao serviço do seu clube. Não contem comigo para isso!”

 

Saudações Benfiquistas

 




Quinta-feira, 10 de Março de 2011

Pedro Fonseca em 10/03/11 | comentar | 2 comentários

Carnaval e bruxarias

 

Não é dos mais famosos mas está a conseguir-se impor. O Carnaval de Braga quer competir com Loulé e a Mealhada. O ano passado foi o que se viu, com Jorge Sousa disfarçado de árbitro. Este ano, a máscara mais vistosa foi a de Carlos Xistra.
Sabia-se há muito que estes dois eram entusiastas do corso. Gostam de se disfarçar, de regressar por momentos à infância e às infantilidades. São dois cromos, mas perigosos. E, neste caso, não serve dizer que “é Carnaval, ninguém leva a mal”.
Ontem como hoje, o Carnaval tem assentado arraiais no futebol português. A muitos servem a máscara dos Irmãos Metralha. A estes dois, Jorge Sousa e Carlos Xistra, serve na perfeição.
Os erros graves e clamorosos já foram mais que dissecados. Tudo, mas tudo, premeditado. Carlos Xistra foi a Braga para prejudicar o Benfica. Fê-lo sem tibiezas, como quem tem as costas quentes.
O Benfica não pode deixar impunes arbitragens deste jaez. Mas tem de começar a cravar bem fundo a sua “faca de indignação”. Jorge Jesus bem avisou a navegação, ao dizer que Xistra era muito querido em Braga. Mas ficou a meio caminho. Nem condicionou, nem assustou.
O que devia ter dito, ou alguém por ele, é que o historial de Carlos Xistra não augurava nada de bom e o Benfica tinha razões suficientes para duvidar de uma arbitragem de um senhor que há muito devia estar impedido de arbitrar. E ponto final.
Lamentos depois do jogo pouco servem e só desgastam. Esta era uma altura cirúrgica para parar o Benfica. O “sistema” tem o calendário bem estudado. “Matar” a cavalgada imparável do Glorioso em Braga era essencial para deixar o fcporto ir descansado a Moscovo e criar uma pressão acrescida no Benfica para o jogo com o PSG.
Até o sempre sóbrio, competente e idóneo Vítor Serpa, director de "A Bola", saiu do seu registo moderado mas incisivo, para escrever em editorial. "Ponto essencial: Xistra - o árbitro - foi infelizmente decisivo num jogo decisivo". (...o erro decisivo que cometeu foi demasiado óbvio e demasiado grosseiro).
Daqui a 3 jornadas há o Benfica – fcporto na Luz, se como tudo indicava o Benfica ficasse a 5 pontos, as últimas 5 jornadas iam ser de cortar à faca, com o porto a ter de receber o Sporting e a deslocar-se a Setúbal e à Madeira.
Xistra entregou o campeonato ao porto – não há que ter medo das palavras. E tem de pagar por isso. O Benfica tem de começar a estar mais atento e a ser mais ladino – vocês sabem do que é que eu estou a falar, como diria o Octávio Machado.
 
Post-Scriptum: Pinto da Costa diz que não é especialista em bruxarias. Confirma-se: PC está a perder qualidades, pelo menos a memória. Ajudemo-lo: foi PC quem contratou Delane Vieira, o bruxo brasileiro, para o fcporto, com funções de acompanhar de perto a equipa, não fosse dar-se alguma quebra mística.
E depois, quem não se lembra dos célebres banhos de mar, em plena madrugada, junto à capela do Senhor da Pedra, para afugentar os maus espíritos? PC pode não ser um especialista em bruxarias, mas pelo menos as noções básicas não deve ter esquecido…



Domingo, 6 de Março de 2011

António de Souza-Cardoso em 06/03/11 | comentar | 10 comentários

O Benfica pode ter comprometido decididamente o campeonato. Mas a última jornada prova bem a diferença de critérios. O Porto marcou em casa do Guimarães um golo inédito que até duas bolas em campo tinha.

 

O Benfica perdeu por um expulsão iniqua de Javi Garvia, com uma falta ao contrário que acabou por estar na origem de um golo onde Roberto volta a ser mal batido.

E com um golo limpo, mal anulado a Jara!

 

 Nem falo do cartão outra vez inédito a Luisão que o impede de jogar contra o Portimonense. Tudo isto serão coincidências. Infelizmente acho que não.

 

Tenho pena que tenha sido assim, porque a verdade é que o Porto tem feito um campeonato também inédito com apenas 4 pontos perdidos.

Não tenho dúvidas em dizer que o Benfica foi, na maioria da época, melhor do que o Porto.

 

Claro que também estamos a pagar o facto de sermos a única equipa ainda nas 4 frentes. A gestão fisica é dificil. Tenho dúvidas se apostamos bem em sacrificar Salvio e Nico Gaitan E como, infelizmente, o empate não era suficiente tivemos que arriscar com um Alan Kardec que tarda em segurar o lugar.

 

Existem muitas explicações para esta decisiva derrota, mas a primeira de todas pelos dois lances decisivos de que já falei, foi Carlos Xistra e os seus auxiliares. E isso é que é verdadeiramente lamentável!

 

Provavelmente o Porto não precisava disto, mas a verdade é que voltamos a esta insustentável situação de os campeonatos se resolverem por razões que estão para além do desempenho das equipas.

 

Acho bem, porque também sou assim, que a atitude seja continuar a lutar em todas as frentes. Esperando que mais ninguém venha a interferir com tanta injustiça naquilo que podem ser as glórias que ainda estão reservadas ao Benfica para esta época.

 

 

António de Souza-Cardoso  

 




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