Segunda-feira, 27 de Dezembro de 2010

José Esteves de Aguiar em 27/12/10 | comentar | 3 comentários

 

 

Durante a semana passada houve quem quisesse fazer do diferendo entre o tratador da águia Vitória, Juan Bernabé e o Benfica um caso importante.

 

É claro que quem mais quis tornar aquele diferendo num caso importante foi o próprio Juan Bernabé, mas logo surgiram algumas vozes a apoiá-lo de forma mais ou menos irónica, vozes essas predominantemente originárias de clubes que sempre tiveram inveja por o Benfica ser o único a ter uma mascote viva.

 

De forma muito serena e objectiva, a Administração da SAD do Benfica esclareceu em comunicado o que realmente se tinha passado.

 

É sabido, desde há bastante tempo, que o tratador da Vitória é uma pessoa que não soube remeter-se ao seu papel, querendo ser mais protagonista do que a própria águia…

 

Por diversas vezes e em relação a vários responsáveis do , tomou atitudes agressivas, altivas e desrespeitadoras, esquecendo-se que o nosso clube já era muito grande ainda antes dele ter nascido!

 

Sabe-se que, para além de ser muito bem pago pelos serviços que prestava ao Benfica, Juan Bernabé recebia ainda, em exclusivo, os lucros das inúmeras fotografias que os adeptos tiravam com a águia Vitória.

 

É indesmentível a emoção que o voo da águia Vitória causava nos espectadores Benfiquistas, principalmente em dias de casa cheia. Até os jogadores e os adeptos das equipas estrangeiras que actuavam no nosso estádio manifestavam a sua admiração pelo majestoso voo da águia.

 

Era um espectáculo dentro de outro espectáculo, chegando mesmo a ser arrepiante para todos os Benfiquistas que a ele assistiam em pleno estádio.

 

No entanto, nada nem ninguém - incluindo jogadores, treinadores, dirigentes ou colaboradores - pode ter a pretensão de ser superior ao próprio Benfica. Todos se encontram lá para servir o nosso clube e não para se servirem dele.

 

Ora, a partir de certa altura, Juan Bernabé parece ter-se deslumbrado, querendo assumir um protagonismo inaceitável, como se toda a organização dos jogos em nossa “casa” devesse estar sujeita e dependente aos caprichos e decisões dele.

 

Ao ser contrariado, voltou-se contra quem antes lhe tinha dado a mão, revelando uma faceta irascível que nunca poderia ser aceite.

 

Apesar de ser um espectáculo relativamente recente na grande história do nosso clube, certo é que o voo da águia Vitória se tinha transformado num “ex-libris” do nosso estádio e seria uma pena que tal terminasse.

 

No entanto, sabe-se que quem de direito dentro do Benfica se encontra já a estudar uma alternativa, que poderá passar pela utilização de uma nova águia ou, até, da mesma Vitória.

 

Aliás, atendendo ao mau relacionamento que Juan Bernabé vinha causando há já largos meses, tal alternativa começou atempadamente a ser preparada, pelo que é possível que não demore muito a ser apresentada uma solução tão boa ou até melhor.

 

Não duvido que voltaremos a ter, brevemente, uma águia a voar no nosso estádio mas, entretanto, o mais importante é que a águia Benfica voe cada vez mais alto em termos desportivos, porque isso é, afinal, o que realmente conta!




Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010

António de Souza-Cardoso em 23/12/10 | comentar

Sempre desconfiei do mercado de Inverno.

 

Quem a ele recorre é quem normalmente não planeou bem, no momento oportuno.

E tenta a meio do caminho fazer aquilo que não foi capaz de fazer no momento mais tranquilo e seguro da preparação da própria equipa.

 

Sou por isso sempre desconfiado das compras de inverno, feitas normalmente para aliviar a pressão da massa associativa e tentar desesperadamente recuperar o tempo perdido.

Ao contrário acho que é um bom momento para vender, aproveitando o desnorte e o desespero dos outros.

 

No Benfica acho que existem jogadores com uma menor motivação que poderiam ser vendidos se o negócio fosse de oportunidade.

Mas o que verdadeiramente acho, é que o Benfica só deveria comprar boas oportunidades e não entrar em devaneios, à espera de um qualquer milagre.

 

Julgo até, como disse no Post anterior que o problema do Benfica começa a resolver-se pelo lado da atitude e do empenho da equipe técnica e dos jogadores.

Jesus tem nesta quadra que lhe é dedicada a oportunidade de se decidir por um modelo de jogo e apostar numa equipe base que ganhe as rotinas necessários a dois meses decisivos que são os de Janeiro e Fevereiro.

 

Julgo que só está perdido o que já se perdeu (a Supertaça e a Liga dos Campeões).

O resto, tudo o resto (que ainda é muito)deve fazer parte da ambição deste Benfica.

 

Deste e não de um outro Benfica que resulte da habitualmente falsa expectativa de um Milagre de Natal.

 

António de Souza-Cardoso 




Sábado, 18 de Dezembro de 2010

Miguel Álvares Ribeiro em 18/12/10 | comentar | 3 comentários

 

Em função de algumas exibições num passado recente, o sentimento dos adeptos do Benfica no jogo contra o Rio Ave não era de grande confiança, como seria de esperar em condições normais. A entrada de Sidnei para substituir o lesionado Luisão e a inesperada ausência dos convocados de Carlos Martins não contribuía para aumentar os índices de confiança.

 

Mas o Benfica pressionante e dominador voltou e aos 8 minutos já vencia por 2-0, com golos de Aimar e Saviola (a quem já havia sido anulado um golo por fora de jogo). O Benfica abrandou então o ritmo do jogo, mas dominava o jogo e criava as principais oportunidades de golo. Nos últimos cinco minutos  o Rio Ave cresceu e criou algumas jogadas de perigo, marcando mesmo um golo por João Tomás.

 

No reinício voltou o Benfica que todos queremos ver e em 17 minutos marcava mais dois golos, por Saviola e Salvio que teve hoje uma excelente exibição e papel fundamental nos dois golos. Mais uma vez os critérios de arbitragem nos desfavoreceram e num lance normal o árbitro marcou um penalty inexistente contra o Benfica, que João Tomás converteu no segundo golo do Rio Ave. Mas novamente Salvio, com brilhantismo, aproveitou uma bola despachada pela defesa do Rio Ave para executar, da entrada da área e de cabeça, um extraordinário chapéu ao guarda redes adversário.

 

Continua assim, como disse o José Esteves de Aguiar, a missão possível, sobretudo se forças estranhas não conseguirem continuar a proporcionar diferentes condições aos diversos clubes.

 

As vitórias e boas exibições nos últimos jogos, bem como a progressiva integração de alguns reforços (particularmente Salvio e Gaitan)  só nos pode dar esperança para o futuro.

 

Força Benfica!




Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2010

José Esteves de Aguiar em 17/12/10 | comentar | 2 comentários

 

Apesar de - reconhecidamente e agora até pelos próprios responsáveis - o Benfica se encontrar a realizar uma época abaixo dos seus pergaminhos e da qualidade do plantel que possui, ainda há muito para ganhar.

 

Daí o título deste post, uma vez que considero que o nosso clube tem que encarar todo o tempo que ainda resta nesta época como Missão Possível.

 

Com efeito, apesar de o FCP estar a praticar um futebol consistente, ainda no jogo da última jornada, em casa e contra o Vitória de Setúbal, ficou bem patente que poderá vir a perder bastantes pontos até final do campeonato.

 

Daí que eu seja daqueles que acreditam firmemente que a conquista do título de campeão nacional 2010/2011 não é uma miragem, mas sim uma missão possível.

 

De igual modo, a Taça de Portugal e a Taça da Liga são, desde que abordadas com seriedade e profissionalismo, duas competições que podem perfeitamente ser conquistadas pelo Benfica, constituindo-se assim como verdadeiras missões possíveis.

 

Quanto à Liga Europa e se tivermos como bitola o comportamento do nosso clube na Liga dos Campeões, o futuro não parece augurar nada de muito bom.

 

No entanto, parece que o sorteio não foi mau de todo, porque o Estugarda terá que ser considerado como uma equipa ao alcance das nossas possibilidades, logo, mais uma missão possível.

 

É claro que, com a abertura do mercado em Janeiro e ajustes de plantéis, a actual posição do Estugarda na tabela classificativa do campeonato alemão poderá nada significar, até porque a nível da Liga Europa, foi claramente superior no seu grupo, onde venceu cinco jogos e apenas perdeu um.

 

Será seguramente um adversário complicado, como o será qualquer outro que nos apareça de seguida, caso consigamos ultrapassar o Estugarda.

 

No entanto, jogo a jogo, eliminatória a eliminatória, o importante é que os nossos jogadores se mentalizem e capacitem de que a vontade supera muitas dificuldades, transformando situações complicadas em missões possíveis!




Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010

António de Souza-Cardoso em 15/12/10 | comentar

No último jogo da Taça contra o Braga o Benfica jogou... à Benfica.

 

Com os mesmos jogadores (mais coisa, menos coisa) que nos diminuiram a todos, em jogos tão decisivos (e desonrosos) como os que tivemos no Dragão ou em Israel, no campo do modesto Appoel.

E com o mesmissimo treinador.

Que disse (provavelmente bem) que a equipa é praticamente a mesma daquela que nos deslumbrou a todos no ano passado.

Daquela que deu ao Benfica a estima que deve ter.Não de 5 em 5 anos. Mas sempre.

 

Pelo menos na ambição.

No trabalho.

Na dedicação.

No rigor.

Na atitude.

 

A prova de que a questão é bem mais de atitude do que qualquer outra coisa, foi dada no jogo com o Braga. Tivemos saudades deste Benfica.

Porque os jogadores sentiram de novo o valor da camisola que vestem.

E tiveram atitude. Jogando, bem ou menos bem, mas sempre até à exaustão.

Porque o treinador percebeu que o tempo de deslumbramento já não é Seu.

E berrou, gesticulou, saltou e correu o tempo todo, inconformado, como no ano passado, com qualquer resultado.

 

No fim, porque foi assim, ganhamos. A uma equipa briosa de enorme competência e dedicação, como é o Sporting de Braga.

 

Julgo que se nos mantivermos assim, a jogar à Benfica, ainda teremos esta época muitas alegrias.

Tudo menos desistir. Tudo menos satifazermo-nos com o que não faz parte de nós. Que é ser segundo, terceiro, ou... último.

 

A nossa atitude ditará o nossa condição e a nossa glória.

Mesmo que no fim, depois da exaustão, não sejamos os primeiros.

 

Viva o Benfica!

 

António de Souza-Cardoso




Domingo, 12 de Dezembro de 2010

Miguel Álvares Ribeiro em 12/12/10 | comentar

 

Que grande jogo de futebol se viu hoje entre o Benfica e o Braga para a Taça de Portugal! Magnífica exibição das duas equipas, com o regresso do Benfica que todos os Benfiquistas querem ver.

 

Voltámos hoje a ver a equipa do Benfica a que nos habituámos no ano passado; além de praticar um futebol de ataque de qualidade, que poderia ter resultado ainda em mais golos se não fosse a noite algo desinspirada dos avançados, voltou a ver-se uma grande consistência defensiva, fruto de uma enorme entrega ao jogo, com uma enorme solidariedade e entreajuda de todos os intervenientes.

 

Até Jesus se transfigurou e voltou à sua postura mais interventiva e exuberante!

 

Uma nota especial para Júlio César que jogou de início e ofereceu uma grande segurança à equipa, evitando mesmo o empate numa extraordinària defesa junto à linha de golo. Realce também para Sidnei, que entrou para substituir o lesionado Luisão e teve um jogo sóbrio e com duas ou três intervenções de grande classe.

 

Repito a pergunta que aqui fiz a semana passada: “O que se passou que justifique semelhante transfiguração?”

 

Certamente, por esta altura, os principais responsáveis do Benfica já terão identificado os principais factores, pois a equipa que hoje jogou transformou-se profundamente e mostrou o espírito batalhador e ganhador de 2009/2010.

 

A grande exibição do Benfica hoje e a moralizadora vitória contra o Braga são um forte tónico para os próximos encontros da Liga.

 

Força Benfica!




Quinta-feira, 9 de Dezembro de 2010

António de Souza-Cardoso em 09/12/10 | comentar | 12 comentários

O Benfica saiu da Champions sem dinheiro, coroa ou glória.

 

Apesar de nos terem prometido uma equipa de dimensão europeia, a verdade é que o Benfica num grupo acessivel, não conseguiu seguir em frente e, pior do que isso, só por fortuna e mérito de outros segue para a Liga Europa, sendo que nem cabeça de série conseguiu ser, ao contrário do estreante Sporting de Braga que também conseguiu arrecadar mais dinheiro que o Benfica na chamada Liga Milionária.

 

Pior do que tudo isto que compromete em muito a estratégia expansionista da SAD do Benfica, é que não vemos na equipa o ânimo e a atitude que nos fez Campeões há apenas um ano.

 

Onde está aquela vontade de ganhar o jogo logo nos primeiros minutos?

Onde está aquela sofreguidão de golos e de vitórias?

Onde está aquela entrega e aquele inconformismo?

Onde está aquela alegria, quase juvenil, de jogar á bola?

 

Seguramente que tudo isto não foi embora nos "bolsos" de Ramires e de Di Maria.

Julgo que houve deslumbramento e, pior ainda, relaxamento.

De todos, a começar pelo treinador Jorge Jesus que ainda não conseguiu dar um perfil, um rumo, uma disciplina e uma atitude à sua nova (velha?) equipa.

Não sei quem manda no Benfica, como muito bem dizia o meu querido Amigo e companheiro neste Blog, José Esteves de Aguiar. Nunca sabemos quando o tempo não corre de feição.

Mas sabemos o que somos. E o que somos é felizmente maior do que a nossa circunstância.

 

Ouvi Rui Costa dizer que ninguém nos arreda da vontade de sermos campeões.

E isto sim é uma boa frase. De exigência e responsabilidade perante os atletas e os dirigentes. De ambição e de alerta perante os adversários.

 

Assim deveríamos ser sempre.

Claro que quando estamos por baixo, nos respeitam menos. Veja-se a arbitragem de Elmano Santos para percebermos o alcance desta frase.

 

Mas somos nós quem tem que fazer pela vida.

E arrepiar do caminho que este ano trilhamos mal.

Para voltarmos a sonhar e a ter amanhã a grandeza, a coroa e a glória que estão reservados aos que hoje são Campeões

 

 

António de Souza-Cardoso

 

 




Quarta-feira, 8 de Dezembro de 2010

José Esteves de Aguiar em 08/12/10 | comentar | 17 comentários

 

O jogo do Benfica contra o Schalke 04 chegou a ter momentos confrangedores, tal a inércia da maior parte dos nossos jogadores.

 

Apesar de um início algo prometedor, criando oportunidades de golo, rapidamente se viu que Óscar Cardozo não estava nos seus dias, falhando oportunidades e revelando uma falta de acerto e empenho inaceitáveis num profissional.

 

Aliás, as críticas que neste blog têm sido feitas nos últimos tempos, voltaram a ter toda a razão de ser.

 

Há uma estranha apatia que parece contagiar negativamente até jogadores como Fábio Coentrão ou Carlos Martins.

 

Pensando no jogo desta noite, se quiser dizer qual terá sido o melhor jogador do Benfica, não consigo decidir. O pior, sim, para mim foi César Peixoto, mas todos os outros – Roberto à parte – acumularam passes errados, cortes à toa, remates disparatados e muita displicência.

 

Este não é, seguramente, o Benfica que Jorge Jesus anunciou, no início da época, como tendo condições para ir longe na Champions. A jogar assim, continuar na Liga dos Campeões apenas poderia resultar em mais resultados desastrosos e indignos do nome do nosso grande Clube.

 

Por milagre da Nossa Senhora de Lyon, acabamos por ir à Liga Europa, em detrimento de um “colosso” do futebol mundial chamado Hapoel de Telavive.

 

É bom que o tempo que medeia até ao início da nossa participação naquela competição, seja aproveitado para, mais do que lições técnico-tácticas, incutir BENFIQUISMO nos nossos jogadores!

 

Não podemos admitir que jogadores bem pagos por nós todos, se dêem ao desplante de revelar uma displicência que nos envergonha.

 

Durante a parte final da transmissão televisiva do jogo com o Schalke, a dada altura, foi bem audível um grito de revolta – creio que de um espectador desesperado – o qual disse “joguem à bola, mexam-se, o Hapoel está a ganhar em Lyon!”

 

Penso que aquele grito de revolta simbolizou bem o estado de espírito de todos os Benfiquistas que estavam a assistir à nossa equipa a arrastar-se, desgarrada, pelo relvado, parecendo que o relógio jogava a nosso favor.

 

É, no fundo, o grito de revolta de tantos que retiram do magro salário familiar o dinheiro necessário para continuarem a pagar as quotas de sócio e os bilhetes para assistirem aos jogos e que se sentem defraudados por “meninos mimados e novos-ricos”, que não chegam a suar a camisola que um dia tiveram a honra de vestir.

 

PS – Estou curioso para ver como é que os portistas vão chamar a este campeonato – depois do “dos túneis” será o “dos penalties”??

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              




Sábado, 4 de Dezembro de 2010

Miguel Álvares Ribeiro em 04/12/10 | comentar | 10 comentários

Na vitória de ontem sobre o Olhanense, voltámos a ver um Benfica a cumprir os mínimos, onde o regresso da dupla Cardozo-Saviola disfarçou novamente os males de uma equipa irreconhecível quando comparada com a da época passada.

 

O Benfica de 2010 habituou-nos “mal”, com grandes exibições e resultados e, quando as exibições não eram tão conseguidas (o que, apesar de pouco frequente, também aconteceu), com uma grande entrega por parte dos atletas e de todos os restantes intervenientes que ajudava a ultrapassar a maioria das dificuldades.

 

Depois de boas exibições e resultados na pré-época, que prometiam uma reedição dos bons momentos de 2009/2010, o Benfica somou uma série de maus resultados e exibições pouco convincentes, fraquejando quase sempre nos momentos importantes e comprometendo os principais objectivos traçados para a época.

 

Apesar de já ter visto algumas boas exibições do Benfica este ano, na maior parte dos casos vi jogos sem chama, com pouca ligação e falhas defensivas inexplicáveis. Mas, pior que tudo, não se vê aquela “raça” que consegue empolgar e “dar a volta” às situações mais difíceis.

 

O que se passou que justifique semelhante transfiguração? Apesar de muito importantes na equipa, as saídas de Ramires e di Maria não justificam a enorme diferença de atitude observada. É fundamental identificar as falhas que levaram a esta situação e reencontrar o espírito ganhador da época passada, até porque, apesar de tudo isto, com a vitória de ontem o Benfica reduziu provisoriamente para 5 pontos a distância para o 1º classificado, ao mesmo tempo que cimentou o 2º lugar.

 

Força Benfica!

 

P.S. – Absolutamente deplorável a atitude do “jornalista” que entrevistou para a TVI o nosso treinador na flash interview após o Beira Mar/Benfica. Juntamente com a perda irreparável das crónicas de RAP n’A Bola mostram a baixa qualidade da nossa imprensa desportiva.




Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

António de Souza-Cardoso em 03/12/10 | comentar | 2 comentários

Fábio Coentrão é nortenho. Das Caxinas que, para quem não conhece, é uma aldeia de pescadores que separava Vila do Conde da Póvoa do Varzim.

Caxinas já ofereceu ao futebol português outros jogadores de destaque como André e Paulinho Santos.

 

A vida difícil dos “cachineiros” ligada essencialmente à economia do Mar, vinca o carácter lutador e abnegado dos seus autóctones.

Assim tem sido Fábio Coentrão. A dar tudo o que tem. Com aquela raça e humildade de quem está no relvado mas podia estar no Mar, na faina do peixe.

 

Fábio é nortenho e português e um lutador daqueles que contagiam os companheiros e fazem falta a qualquer equipa.

O Benfica de hoje, precisa muito da sua atitude e do seu vigor. No campo, claro, mas também no balneário para que o exemplo frutifique e “pegue de estaca”.

 

Fábio Coentrão, com Cristiano Ronaldo e Eduardo foram os 3 jogadores portugueses nomeados pela UEFA para a equipa do ano.

 

O único português a jogar (ainda) em Portugal!

 

Talvez valesse a pena voltar a olhar para estes exemplos, para o que resta de portugueses na equipa e na formação do Benfica e reflectir bem sobre o caminho que queremos seguir.

 

O Benfica quando está menos bem tem alguns, incompreensíveis, deficits de responsabilidade e de protagonismo. Infelizmente, em tempo de bonança todos reclamam os louros mas quando vem a borrasca ninguém aguenta com a fava.

 

Julgo, no entanto, que este é um tempo de união e de reencontro do Benfica com a sua vocação de vencer.

E isso deve ser feito, em torno dos valores e dos exemplos maiores do nosso Clube

.

Como este que nos é dado, directamente das Caxinas, por Fábio Coentrão.

 

Bem Hajas!

 

António de Souza-Cardoso

 




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