Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

Michel Platini – é este o homem mais procurado do momento. Considerado um perigoso terrorista, indiciado por crimes contra a Humanidade, acusado de hediondas malfeitorias, este sujeito, misto de “serial killer” e criminoso de guerra, continua a monte, enquanto a CIA, a Interpol, a PJ, e os Superdragões lançaram uma caça ao homem nunca antes vista.

O alarme é tal que o actual Presidente da UEFA foi confundido com este “monstro”, tendo tido sérias dificuldades para ocupar o seu lugar na tribuna do estádio Ernst Happel, em Viena, onde ontem se jogou a final do Euro 2008. Alarme falso, era só um sósia.
Contudo, esta semelhança fisionómica tem confundido as redacções dos jornais, alguns fazedores de opinião e o mundo do futebol. As teorias da conspiração costumam nascer das mais inocentes conjecturas.
Será Platini e o Presidente da UEFA uma e a mesma pessoa? Não é crível. Um Presidente da UEFA, a entidade máxima do futebol europeu, nunca por nunca se insurgiria contra um colosso como o FC Porto, um dos membros da “nata” do G – 14. Pior e mais grave, um Presidente da UEFA nunca por nunca acusaria um colosso como o FC Porto de má figura e de comportamentos desviantes – seja lá o que isso for. Mais, um Presidente da UEFA nunca por nunca se preocuparia com a corrupção no futebol e com a necessidade de ter um “futebol limpo”.
Ora, nos últimos dias, Platini tem feito jus à sua imagem de “inimigo público nº 1”. Disse, coisa horrorosa, que “o futebol não é para batoteiros” e, não contente com isso, voltou a reincidir, logo na véspera da final do Euro, ao afirmar, escondido nas montanhas do Afeganistão e através de um video enviado para a Al-Jazzera, que estava descontente com o facto de clubes “batoteiros” terem sido aceites na “Champions” 2008/2009. Estaria a referir-se ao colosso FC Porto? Há dúvidas pertinentes.
Um fazedor de opinião, de nome Rui Moreira, confundiu Platini com um “jogador mediano, que actuou na Juventus”. A Camorra napolitana e a Cosa Nostra siciliana mostraram-se indignadas e querem saber o que é que Platini tem contra os batoteiros.
No entretanto, em Palermo, cidade do agrado de José Mourinho, gente das artes e dos futebóis organiza-se para encontrar e liquidar esse assassino à solta, a soldo dos maiores crápulas do Universo. Esse tal de Platini, francês com nome italiano.
O mundo inquieta-se com a Intifada que se anuncia. Com medo de represálias, o Presidente da UEFA aposta numa operação plástica que lhe altere a fisionomia. Antes, ainda teve tempo para abraçar Ballack e entregar a Taça Henry Delaunay a Iker Casillas. A seu lado, uma corte de personalidades: o Rei de Espanha, Sua Alteza D. Juan Carlos, a Rainha Sofia, a Chanceler alemã, Ângela Merkel, o Primeiro-Ministro espanhol, José Luiz Zapatero. Poderiam estes notáveis sentarem-se ao lado de um facínora como Platini? Nunca fiando, o Presidente da UEFA faz bem em mudar de cara.

música: Born in the USA



Júlio Machado Vaz em 30/06/08 | comentar | 8 comentários

P.S. Quanto à não ida a julgamento, acabo de verificar que o Juiz considerou ter ficado provado que Carolina Salgado mentiu. Também tal facto será seguramente aproveitado pela defesa, pondo em causa a credibilidade de outras afirmações suas. Mas como se discutiram iniciais de nomes, o MP recorreu e - acima de tudo... - não sou advogado, posso estar a fazer um verdadeiro molho de bróculos de tudo isto:).





Júlio Machado Vaz em 30/06/08 | comentar

As minhas desculpas aos dez comentadores que acabo de prejudicar. Todas as intervenções eram pacíficas, seleccionei-as, e fiz m....:(, ou seja, evaporaram-se! Só dois de vocês me colocavam perguntas, às quais vou responder: sobre as consequências da não ida a julgamento do presidente Pinto da Costa, e pese embora a liberdade do CJ - que, segundo dizem, se encontra dividido... -, presumo que  serão positivas para a defesa, afinal poderá argumentar com a decisão~negativa de um Tribunal acerca da validade das escutas; quanto à moderação, devo dizer que fui um dos que a sugeriram, a vivacidade do diálogo não obriga a "saltar o muro" da correcção mínima. E digo mínima porque sou tripeiro, e como tal, fã de um bom palavrão empregue como interjeição, carago:).

Mais uma vez as minhas desculpas pelo sucedido.




Domingo, 29 de Junho de 2008

Júlio Machado Vaz em 29/06/08 | comentar | 1 comentários

... foi o que senti com a vitória da Espanha no Europeu. Porque o futebol a merecia e ainda mais aquela equipa (o sublinhado não é inocente!).

 

Parabéns à nossa de Futsal, que me fez roer as unhas antes de pular no sofá:).

 

E já agora - se de amanhã a uma semana o plantel estivesse fechado e pronto a trabalhar, cá o meco agradecia:).





António de Souza-Cardoso em 29/06/08 | comentar | 45 comentários

 

Reconheci já em posts anteriores que sou daqueles benfiquistas que gosta de ganhar em campo.

Reconheci ainda que se houve campeonato em que (independentemente do “colo” final em que andou o Sporting e o Guimarães) o Benfica acumulou erros e não mereceu coisa nenhuma foi o da época que passou.

Por isso defendi, na linha da dignidade e da grandeza que o Benfica deve assumir em quaisquer circunstância, que deveríamos declinar qualquer coisa que nos seja oferecida, mesmo que justa, se para a qual não tivéssemos, em consciência, o suficiente merecimento.

É o caso deste campeonato e do possível e justo afastamento do F.C. do Porto da Liga dos Campeões. Só por questões processuais e por falta de coragem e lisura da nossa Federação não houve a suficiente clareza para a UEFA aceitar, sem réstia de dúvida, que a condenação que o F. C. do Porto de facto teve (e de que não recorreu) foi uma condenação definitiva.

Por isso acho que o Benfica e todos os Clubes e agentes desportivos devem pugnar com determinação e coragem pela, integridade, lisura e transparência no futebol, afastando os batoteiros, e punindo exemplarmente os corruptos e, no geral, todos os que utilizam meios ínvios para influenciar ou modificar a verdade desportiva.

Isto deveria ser o normal e implícito comportamento ético de qualquer Clube. Como é normal e implícito que vamos vestidos, melhor ou pior, a um restaurante e paguemos a conta no fim.

Mas esse não é o nosso principal desígnio. Como vamos ao restaurante para saciar a fome ou para conviver (e não para mostrarmos que temos roupa para entrar e dinheiro para pagar a conta) também estamos no futebol, não para ser guardiões de algo que é óbvio e natural – a transparência e a verdade desportiva, mas antes para jogar a bola com um conjunto de adversários e, de preferência, para lhes ganhar.

Foi isso, ganhar e jogar bem à bola, que fez a grandeza do Benfica e não qualquer sentimento justiceiro ou sonhador que a história guarda para os “Robin dos Bosques” os “Dom Quixotes” e, mais modernamente, para os escritórios de Advogados.

Acho pois e, em suma, que o Benfica deve deixar de ser noticia por motivos que não são essenciais, nem constituem desígnios da instituição que representa. Julgo que seria sensato que mais nenhum dirigente se pronunciasse sobre mais nenhum apito, seja de que cor for.

Isso é assunto que está entregue ao departamento jurídico a quem compete fazer todo o trabalho respectivo, incluindo o de estar atento a algumas “xico-espertices”  que aqui já denunciei.

O que me preocupa agora, é saber como vamos ultrapassar a evidente crise desportiva, dos últimos 3 anos (com dois terceiros e um quarto lugar) e das últimas duas décadas em que perdemos claramente a hegemonia do futebol nacional. O que se está a fazer por isso?

Para além dos requerimentos e dos procedimentos cautelares que ao departamento jurídico dizem respeito, como estamos a constituir uma equipe que tem que ser muito mais competitiva que a anterior?

 Sabemos as más noticias: Dessa equipe pouco competitiva perdemos alguns dos melhores:  Rui Costa, Rodriguez  e, ao que tudo indica, Katsouranis.

Sabemos algumas boas: contamos finalmente com um Director desportivo de qualidade e de grande lealdade ao Clube, temos um treinador jovem e ambicioso contratado antes da pré época e com hipótese de escolher e treinar tranquilamente uma equipe vencedora e temos, finalmente, um situação financeira que nos permite ir mais longe na estruturação de um plantel verdadeiramente competitivo.

Se assim é, então fica um conselho final aos dirigentes do Benfica: Deixemos a justiça para os advogados, os juristas e os juízes (confiemos, vigiando, que eles farão bem o seu trabalho) e vamo-nos concentrar no essencial que é ter uma equipe e um clube novamente ganhadores.

Que é preparar (finalmente) um novo ciclo de um “Novo Benfica” que nos traga mais glórias do aquelas que a memória nos traz.

É, digo eu, hora de jogar à Bola!

 

António de Souza-Cardoso

 

 

 

 

 

 

 


sinto-me: Esperançoso
música: Vamos Lá Cambada!
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Sábado, 28 de Junho de 2008

Bruno Carvalho em 28/06/08 | comentar | 48 comentários

 

 

Informam-se todos os visitantes do "NOVO BENFICA" que este blog passou, desde hoje, a ter moderação.

 

Esta medida visa manter a qualidade deste espaço que é de todos os benfiquistas.

 

O blog "NOVO BENFICA" tem sido um enorme sucesso e estamos conscientes que muitos gostariam de o travar.

 

Todos os contributos no sentido de ajudar a reflectir sobre o Benfica continuarão, naturalmente, a ser muito bem vindos.




Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Paulo Ferreira em 27/06/08 | comentar | 52 comentários

Começava eu a escrever um novo post quando li o "Reaprender a ver Futebol" do Bruno e resolvi continuar a abordar o tema.

 

Eu sou dos que aplaude o Pedro Mantorras quando ele entra em campo!

Não quero com isto dizer que não concorde com o Bruno quando ele diz que é um jogador que não faz sentido estar no platel do Benfica. Foi uma grande promessa, podia ter sido um dos grandes jogadores Mundiais, mas lesionou-se, foi mal tratado no dep. médico do Benfica (mais um...aliás este é um assunto para uma longa análise, mas ficará para uma próxima vez) e ficou irremediavelmente limitado para jogar ao mais alto nível. Concordo com a postura do Benfica em relação ao jogador, mas apoiando-o de outra forma que não seja continuar a apoiar a sua prática desportiva.

 

Mas se isto é assim, porque é que eu (e tantos outros) o aplaudimos ? Aplaudimos, porque o Mantorras representa e personifica aquilo que devia caracterizar os jogadores do Benfica: Raça, Perseverança, Atitude, Espírito de Luta e Sacrifício, Amor pela Camisola. E nós, Benfiquistas, habituados a um entreposto de jogadores de duvidosa qualidade e que quando chegam ao aeroporto dizem que é um passo rumo aos grandes campeonatos europeus, gostamos de ver um jogador destes!

Depois, porque representa a esperança. É um jogador que tem o condão de marcar alguns golos que decidem, e que devolve alguma esperança aos benfiquistas quando entra em campo. E tanto que precisamos de esperança...

 

Por último, a verdade é que aquele jogador até nem fica muito a dever aos outros que por lá andam...

 

Enfim, é um jogador com uma mística que anda arredada do clube e nos toca no coração pela sua forma de ser.

 

Concluo dizendo que o problema não é o Mantorras, mas sim a fraca qualidade dos plantéis que vêm sendo construídos e que fazem que a presença dele...não escandalize!

 

Espero que já este ano a sua inadequação seja mais evidente. E a propósito disso um pequeno comentário, espero que o Benfica não construa mais uma vez uma equipa exclusivamente à imagem do seu treinador. É que se este depois sai, são mais dois anos a refazer plantéis e mais treinadores com desculpas para não ganhar.

O Benfica precisa de concertar posições com o seu treinador mas construir um plantel à imagem do próprio clube e dos seus pergaminhos e objectivos!

 

Abraços,

Paulo Ferreira




Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Bruno Carvalho em 26/06/08 | comentar | 140 comentários

 

 
Não posso começar o meu texto de hoje de outra forma que não seja agradecer a todos os comentários que têm colocado nos meus posts anteriores.
 
Concordem ou não, a reflexão gerada só pode trazer algo de positivo para o Benfica ainda que alguns não compreendam de imediato que apenas num grande e saudável clube poderá haver espaço para a pluralidade de ideias.
 
Alguns questionam o meu benfiquismo e o porquê do nome “Novo Benfica”. A todos apenas deixo esta interrogação: se as coisas estão tão bem, porque é que não ganhamos? Não será o destino e propósito do Benfica ganhar? Devemos conformar-nos com 4ºs lugares em campeonatos e ficarmos calados?
 
Pois eu acho que não. E vou continuar, repito, de uma forma construtiva a dar a minha opinião de forma a tentar dar uma nova força ao Benfica. Eu sei que não agrado a todos e muitos não me compreendem. Mas o tempo encarregar-se-á de mostrar quem tem razão.
 
Se eu quisesse ser popular era fácil. Bastava neste espaço dizer mal de Pinto da Costa, do FC Porto, de Gilberto Madaíl, da UEFA, dos árbitros, do Conselho de Justiça, do Secretário de Estado do Desporto, do Rui Santos, do traidor Cristian Rodriguez, dos empresários de futebol, dos jornalistas, dos inimigos internos reais ou imaginários do Benfica e … teria 100% de apoio. Mas devemo-nos interrogar: estaria a ajudar dessa forma o Benfica? Já agora, não serão inimigos (ou desculpas) a mais? Ainda não estão fartos dessa ladainha?
 
Eu estou. E por isso, contra ventos e marés vou continuar a dar a minha opinião livre, construtiva e bem intencionada sobre o clube do meu coração. E como já disse em posts anteriores é uma opinião com rosto e assinada. Não me escondo no anonimato cobarde para dizer o que penso.
 
Depois desta (longa) introdução, vamos ao que interessa.
 
No outro dia dei comigo a pensar: “porque será que nós, no Estádio da Luz, aplaudimos tanto o Pedro Mantorras quando ele entra e no Dragão os portistas assobiam o Quaresma?”. Como é isto possível?
 
Tenho para mim que a resposta é simples: no Estádio da Luz desaprendeu-se de ver futebol.
 
Quando se joga bom futebol é-se campeão com regularidade, vai-se à Liga dos Campeões todos os anos por mérito próprio e os adeptos assistem no seu estádio a bons jogos e sabem bem distinguir os bons dos maus jogadores e os bons dos maus treinadores.
 
Devo esclarecer que nada me move contra Pedro Mantorras, jogador que antes da sua lesão prometia poder dar muito ao clube. No entanto, após a lesão é doloroso ver um jogador a coxear em pleno relvado e deixa-me perplexo ver a alegria dos adeptos cada vez que ele começa o aquecimento.
 
Na minha opinião o Benfica poderia arranjar algum trabalho dentro do clube em que Pedro Mantorras pudesse ser útil como, por exemplo, ajudar a descobrir novos talentos para o Benfica em África. Uma coisa é certa, há já muito que ele não deveria ser jogador do Benfica.
 
O que pensariam os adeptos do Real Madrid, Barcelona, Manchester United ou outros se de repente o treinador resolvesse meter um jogador como o Mantorras? Imaginam um estádio inteiro, em delírio, a bater palmas?
 
O problema é que os mesmos que batem palmas a Mantorras são os mesmo que veneravam Roger (esse rapaz problemático que fazia umas fintinhas e não conseguia fazer uma jogada decente) e outros jogadores medíocres que têm passado pelo Benfica sem que ninguém perceba como foi possível alguém contratá-los.
 
De facto, correndo o risco de me contradizer, é muito triste constatar que, mesmo assim, o Pedro Mantorras ainda é muito mais jogador do que alguns que por milagre vêm parar ao Benfica como, por exemplo, o Bergessio ou o Andrés Diaz.
 
Nós, na nossa vida, só podemos ser exigentes quando estamos habituados ao bom. O problema do Benfica é que para além de Simão e Rui Costa, poucos têm sido os jogadores com real categoria que por cá têm passado.
 
O perigo é maior do que parece: perdeu-se no Benfica a cultura ganhadora, exigente, de vitórias. Abriu-se uma nova era de desculpabilização, de lamentos e de cortinas de fumo.
 
Bruno Carvalho
 
 
PS 1: Todos os benfiquistas devem respeitar o Pedro Mantorras. A culpa não é dele.
 
PS 2: Podem bater-me à vontade que já estou habituado.
 

sinto-me:
música: Today - Smashing Pumpkins


Quarta-feira, 25 de Junho de 2008

PR em 25/06/08 | comentar | 13 comentários

É bom, mas fará a diferença...? É muito novo...aguardemos.

Miccoli é sempre bem vindo. Se ele vier, aplaudo!  Pongolle era uma excelente ideia, mas voou. Vai para um clube que tem lá um jogador muito jeitoso. Joga com o número 24 e esse sim seria uma aquisição excelente!

Sobre Aimar...a fama ainda inflaciona o seu passe, no entanto Valencia e Saragoça mostraram um jogador hábil, mas que tarda em afirmar-se, a sério. Hesito.

Carlos Martins...potencial tem, mas é uma aposta de enorme risco...

Sem muito dinheiro, e sem Champions...não invejo o papel de Rui Costa. Mas preocupa-me a falta de nomes...convincentes, até agora. Um, para amostra!

E era boa ideia manter o Katsouranis, digo eu.





Tardou mas chegou.

 

Aí está o canal Benfica a arrasar audiências graças a uma grelha de luxo em que os espectadores podem acompanhar em tempo real todas as manobras do director desportivo de um dos maiores clubes do Mundo.

 

Ao pautar-se por um conceito de transparência radical, o novo canal Benfica quebra tabus e aproxima ainda mais os adeptos do dia a dia do Clube.

 

Melhor do que a redacção da carta de amor de Rui Costa a Pablo Aimar ter sido feita por SMS pelos espectadores só mesmo o sorteio “Queres ser tu meter a carta no correio?” ganho por uma “águia” da Casa de Newark. Pode ter atrasado a negociação mas acelerou o coração da família benfiquista.

 

De prender à cadeira a novela de inspiração sul-americana em que Carlos Martins assina-não-assina, assina-não-assina, assina-não-assina.

 

Desconcertante o quizz que desafiava os mais atentos a descobrirem pelas suas próprias mãos “Qual é o jogador do Valência chamado Albeola que o Benfica quer contratar?”.

 

Extraordinária a reedição de “O Juiz decide está decidido” relativo ao Apito Final, com um final verdadeiramente hollywoodesco.

 

No topo da estação Luis Filipe Vieira, provando que como em tantos outros aspectos da gestão do Glorioso, quem não deve não teme e que isso do segredo ser a alma do negócio aplica-se claro está aos negócios e não a um canal familiar de entretenimento das massas.

 

E enquanto somos desta forma entretidos pelo Canal Benfica, os nossos rivais insistem em modelos codificados, movimentações sigilosas e contratações relâmpago, enfim, formas obsoletas de comunicação tão tipícas que tem tanta coisa a esconder.

 

É por isso que, preparando-me para ir a banhos nas próximas semanas, sei que a rede emissora do nosso Glorioso se encarregará de me manter informado em sistema multi-plataformas das últimas do Benfica (provavelmente mesmo antes de muitos dos nossos ilustres dirigentes)

 

Pode ser até que ao chegar ao meu destino, e graças à diferença horária, o tempo ande ligeiramente para trás e eu possa calmamente voltar a assistir à primeira série “24 Hours Rui”, em que o protagonista acabara de descobrir a cilada que lhe havia sido montada.

 

Boa sorte...que bem precisamos.




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